Nestes últimos tempos muito se tem falado de notícias (propagandas) falsas (verdadeiramente e intencionalmente falsas) que tentam promover e enaltecer o ódio e a discriminação (a separação) em relação a diversos setores da nossa sociedade, do nosso concelho, da nossa cidade. Estes propagandistas agem como detentores de uma nova (mas muito, muito velha) realidade, uma sociedade desumanizada, baseada na segregação (na marginalização) das minorias económicas, sociais, culturais e políticas.
Quem conhece a história (e a crua realidade, atualidade nacional e internacional), sabe das perseguições dos povos por motivos religiosos, étnicos e políticos, e das pessoas, por serem detentoras de deficiências, pensadores singulares e, no fundamental, diferentes. Na realidade, e esta é a pura veracidade, somos todos iguais, mas somos todos diferentes.
Esta diferença, que deve ser distinguida e acarinhada, está também presente na nossa casa próxima, no nosso concelho de Silves. Por isso, neste nosso espaço geográfico, devemos valorar a marcha do tempo vindouro, da equidade humana, e recusar o retorno a um tempo que já fomos, de pensamento único e de perseguição política, e que jamais seremos – o tempo nunca volta para trás.
Por sentir que podia, neste início de outono, defender de forma ativa e empenhada a primavera, estou retratado (nas redes sociais e em panfletos voadores) e integrado, num coletivo maior (de gentes singulares, irmanadas), a dar voz e a mobilizar esperanças para a continuidade dos valores de abril nos diversos órgãos autárquicos do concelho de Silves e das suas oito (agora oito, pela verdadeira vontade dos cidadãos) freguesias.
Nestes últimos dias de setembro e primeiros dias de outubro tenho encontrado muita gente adulta jovem, dos vinte aos cinquenta anos, acompanhados por seniores, como eu, que se mobilizam para defender as suas freguesias (nos órgão de governo e no associativismo), acreditando em valores que também defendo, sintetizados na palavra dignidade, dignidade humana de todo o ser humano. A dignidade da pessoa singular e dos povos é (e será sempre) o valor maior que norteia a minha ação pessoal, económica, social e política.
No próximo dia 12 de outubro de 2025 vou votar na … Exatamente.







