Ao utilizar este site, concorda com a nossa politica de privacidadePolitica de Privacidade e Termos e Condições.
Accept
Terra RuivaTerra RuivaTerra Ruiva
  • Concelho
  • Sociedade
    • Ambiente & Ciência
    • Cultura
    • Educação
    • Entrevista
    • História & Património
    • Lazer
    • Política
  • Opinião
  • Vida
  • Economia & Emprego
  • Algarve
  • Desporto
  • Autores
    • António Eugénio
    • António Guerreiro
    • Aurélio Cabrita
    • Carlos Osório
    • Clara Nunes
    • Débora Ganda
    • Eugénio Guerreiro
    • Fabrice Martins
    • Francisco Martins
    • Frederico Mestre
    • Helena Pinto
    • Inês Jóia
    • José Quaresma
    • José Vargas
    • Maria Luísa Anselmo
    • Maria José Encarnação
    • Miguel Braz
    • Paula Bravo
    • Paulo Penisga
    • Patricia Ricardo
    • Ricardo Camacho
    • Rocha de Sousa
    • Rogélio Gomes
    • Sara Lima
    • Susana Amador
    • Teodomiro Neto
    • Tiago Brás
    • Vera Gonçalves
  • Página Aberta
  • AUTÁRQUICAS 2025
    • AUTÁRQUICAS 2021
  • Edições
Reading: Escolhas Locais
Partilhe
Font ResizerAa
Terra RuivaTerra Ruiva
Font ResizerAa
  • Home
  • Demos
  • Categories
  • Bookmarks
  • More Foxiz
    • Sitemap
Follow US
  • Advertise
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Opinião

Escolhas Locais

Francisco Martins
Última Atualização: 2025/Jun/Sáb
Francisco Martins
1 ano atrás
PARTILHE

Depois das eleições legislativas antecipadas, aproxima-se um novo escrutínio: as eleições autárquicas, provavelmente marcadas para 28 de setembro. A confirmar-se o padrão de comportamento do eleitorado nas últimas décadas, as escolhas para as Câmaras Municipais, Assembleias Municipais e Assembleias de Freguesia serão sobretudo influenciadas pelo perfil dos candidatos e pela competência das suas equipas.

Fatores como a experiência, a seriedade, o conhecimento do território e a credibilidade junto das populações tendem a sobrepor-se à filiação ideológica ou às simpatias partidárias.

Com toda a certeza, estes fatores serão perturbados por campanhas sujas de manipulação e desinformação nas redes sociais, com recurso, inclusivamente, ao uso de perfis falsos. Os promotores (Partidos) destas campanhas sujas não olham a meios para atingir os fins. Enlameiam a política e denigrem a Democracia. Acredito, porém, que o eleitorado dará importância maior ao perfil de quem encabeça as listas e às equipas que as constituem, decidindo em função do conhecimento que cada um tem dos indivíduos que se candidatam e da avaliação que fazem da sua real capacidade para resolver os problemas do desenvolvimento local, em todas as áreas, que são sua competência.

Os fatores locais têm-se sobreposto aos fatores nacionais nas eleições dos órgãos autárquicos.

Estou convencido de que assim voltará a acontecer, com possível exceção dos grandes aglomerados urbanos, onde a relação de proximidade eleito/eleitor é mais distante, tornando-se complexo antecipar o comportamento de centenas de milhares de pessoas, sujeitas a flutuações, mais volátil e ainda desenraizadas do local onde vivem.

Nos processos eleitorais locais, quem exerce o poder autárquico parte, em regra, com alguma vantagem, face aos opositores, desde que tenha sabido construir um legado visível e consistente ao longo do(s) mandato(s).

Essa vantagem manifesta-se tanto na realização de obras — desde infraestruturas básicas como redes de água e saneamento, rede viária, renovação urbana ou equipamentos como escolas, mercados municipais, ecovias/ciclovias — como na intervenção social, cultural e patrimonial.

No caso do concelho de Silves, liderado pela CDU nos últimos três mandatos autárquicos, essa vantagem é clara. O volume e a diversidade da obra realizada, a dinâmica cultural, a gestão eficiente e rigorosa das finanças públicas e a consistência da ação governativa ao longo dos últimos 11 anos são factos que não podem ser ignorados. Não colhe qualquer credibilidade ou fundamento, a perceção e a ideia preconcebida ou forçada de alguns, de que o investimento municipal, só ocorre no último ano de mandato. Os boletins municipais publicados anualmente e uma simples visita ao concelho comprovam o contrário: Silves tem realizado uma notável obra. Só nos últimos quatro anos, o investimento direto situou-se nos 45 milhões de euros.

É do conhecimento geral que o investimento autárquico não é ainda maior, não por falta de vontade política, mas pela escassez de empresas de construção civil capazes de responder à oferta pública, o que tem provocado repetição de concursos, atrasos, aumento dos custos, incumprimento de prazos e até o abandono de obras em curso. Atualmente, o município tem 42 empreitadas em fase de concurso público e 25 obras em execução, envolvendo recursos consideráveis, cerca de 30 milhões de euros. É óbvio que a maioria destas obras em fase de concurso público terão início e conclusão após as eleições autárquicas de 28 de setembro.

Cabe, por isso, ao eleitorado avaliar o desempenho da autarquia com base na totalidade do mandato, e não apenas no último ano.

O investimento municipal não parou, nem se concentrou estrategicamente em vésperas de eleições. É preocupante – e revelador de impreparação – que alguns políticos locais e candidatos aos órgãos autárquicos ignorem os trâmites de um processo de investimento público: da decisão política à elaboração do projeto técnico, que implica concurso, passando pelo concurso público e execução da obra, decorre, no mínimo, um ano e meio. E isso em projetos simples, sem necessidade de pareceres externos de entidades mais complicadas ou Visto do Tribunal de Contas.

Seria um grave erro — e um desrespeito pela população — que qualquer executivo autárquico só pensasse em investir no último ano de mandato. Quem o faz, arrisca-se justamente a ser penalizado nas urnas. Não é esse, de forma alguma, o caso do Município de Silves.

 

Total Views: 0
Antes do Mundial, Silves já era cromo
Vila de Silves
Sacrifício para os de baixo, privilégios para os de cima
Lucros versus Populações
Algoritmo
TAGGED:Escolas locaisFrancisco Martins
Partilhe este artigo
Facebook Email Print
PorFrancisco Martins
Follow:
Natural de S. Bartolomeu de Messines, nascido em 1957. Licenciado em Economia, Membro Efetivo da Ordem dos Economistas. Professor e vice-presidente da Escola Secundária de Silves; vereador permanente e não permanente da Câmara Municipal de Silves (eleito da CDU); dirigente associativo em várias entidades. Fundador do Terra Ruiva.
Artigo Anterior Vale da Vila de Baixo, em Silves, já tem água e estrada repavimentada
Próximo Artigo A Ribeira de Alcantarilha em destaque no aniversário da ALDEPA
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Últimas

Festa da Rua 80 em Alcantarilha
Lazer Sociedade
Caminhada Noturna em Messines
Desporto
Festa da Espuma 2026 em Alcantarilha
Lazer Sociedade
Escolhas de Portas Abertas 2026 assinala o Dia Internacional da Juventude, em Silves
Educação Sociedade
Missão Recife do Algarve, em Armação de Pêra
Educação Sociedade

– Publicidade –

Jornal Local do Concelho de Silves.

Links Úteis

  • Notícias
  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica

Publicidade

  • Publicidade & Assinaturas
  • Conteúdo Patrocinado

Info Legal

  • Contactos e Info Legal
  • Termos e Condições
  • Politica de Privacidade

Siga-nos nas Redes Sociais

© Copyright 2025, Todos os Direitos Reservados - Terra Ruiva - Created by Pixart
Ajustes de acessibilidade

Com tecnologia de OneTap

Durante quanto tempo queres ocultar a barra de acessibilidade?
Duração de ocultação da barra
Perfis de acessibilidade
Modo de Deficiência Visual
Melhora os elementos visuais do site
Perfil Seguro para Convulsões
Remove flashes e reduz cores
Modo Amigável para TDAH
Navegação focada, sem distrações
Modo de Cegueira
Reduz distrações, melhora o foco
Modo Seguro para Epilepsia
Escurece cores e para o piscar
Módulos de conteúdo
Tamanho do ícone

Padrão

Altura da linha

Padrão

Módulos de cor
Módulos de orientação
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?