Ao utilizar este site, concorda com a nossa politica de privacidadePolitica de Privacidade e Termos e Condições.
Accept
Terra RuivaTerra RuivaTerra Ruiva
  • Concelho
  • Sociedade
    • Ambiente & Ciência
    • Cultura
    • Educação
    • Entrevista
    • História & Património
    • Lazer
    • Política
  • Opinião
  • Vida
  • Economia & Emprego
  • Algarve
  • Desporto
  • Autores
    • António Eugénio
    • António Guerreiro
    • Aurélio Cabrita
    • Clara Nunes
    • Débora Ganda
    • Eugénio Guerreiro
    • Fabrice Martins
    • Francisco Martins
    • Frederico Mestre
    • Helena Pinto
    • Inês Jóia
    • José Quaresma
    • José Vargas
    • Maria Luísa Anselmo
    • Maria José Encarnação
    • Miguel Braz
    • Paula Bravo
    • Paulo Penisga
    • Patricia Ricardo
    • Ricardo Camacho
    • Rocha de Sousa
    • Rogélio Gomes
    • Sara Lima
    • Susana Amador
    • Teodomiro Neto
    • Tiago Brás
    • Vera Gonçalves
  • Página Aberta
  • AUTÁRQUICAS 2025
    • AUTÁRQUICAS 2021
  • Edições
Reading: Governo desgovernado
Partilhe
Font ResizerAa
Terra RuivaTerra Ruiva
Font ResizerAa
  • Home
  • Demos
  • Categories
  • Bookmarks
  • More Foxiz
    • Sitemap
Follow US
  • Advertise
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Opinião

Governo desgovernado

Francisco Martins
Última Atualização: 2023/Dez/Seg
Francisco Martins
3 anos atrás
PARTILHE

Contra todas as previsões, o governo de maioria absoluta do PS, com o mandato de quatro anos e meio, é demitido ao fim de pouco mais de ano e meio, desde que tomou posse. Em apenas 16 meses, 13 governantes deixaram o governo. O clique final foi dado com a detenção do chefe de gabinete do 1.º ministro, Vítor Escária, de Diogo Lacerda Machado, consultor próximo, alegadamente envolvidos em altos negócios privados, e com o comunicado da Procuradoria-Geral da República, que implica o próprio António Costa na “Operação Influencer”.

O governo do PS autodestruiu-se pelos sucessivos casos de justiça, mas, sobretudo, pelo fracasso das suas políticas.

As políticas do governo do Partido Socialista não estancaram ou inverteram a degradação económica e social do país, o agravamento das desigualdades sociais, o custo de vida insustentável para a larga maioria das famílias portuguesas, os problemas enormes no acesso à habitação, os baixos salários que perduram, a precariedade laboral dos mais jovens, a perda de rendimento da chamada classe média e a inexistência de um combate efetivo à corrupção e à promiscuidade entre política e negócios. O fracasso do governo estendeu-se ainda ao continuado desinvestimento público no Serviço Nacional de Saúde (listas de espera, encerramento de serviços, falta de profissionais, desvalorização das carreiras), e no setor da educação (recuperação do tempo de serviço, desvalorização das carreiras e do professor), que tem conduzido a intensa conflitualidade nestes setores profissionais e ao descontentamento da população.

Mais uma vez se prova que as maiorias absolutas não são sinónimo de estabilidade, o que conta, aquilo que é determinante, são os resultados, a eficácia e a justeza das medidas das políticas públicas que são postas em prática.

Mais uma vez também se prova a falácia do voto útil no PS por eleitores dos partidos à esquerda do espectro partidário. São votos desperdiçados.

É importante reter que os falhanços da governação, o incumprimento das promessas e as expetativas goradas, são o caldo perfeito para a descredibilização dos políticos (classificados, erradamente, como sendo todos iguais) e para o crescimento das forças extremistas de direita (Chega, IL), que aparecem como salvadores da Pátria, cavalgando ou colando-se a tudo o que é luta ou protesto, difundindo repetidamente mensagens simples, deturpadas e enganosas, mas eficazes na chegada a boa parte do eleitorado; escondendo o seu verdadeiro ideário e programa político; fundados no ultraliberalismo e no princípio “cada um, por sua conta”; direcionados para o esmagamento dos direitos laborais e sociais, a privatização de tudo o que resta, a defesa dos grandes interesses, a subversão da Democracia e a destruição do sistema constitucional vigente, conquistados em consequência da revolução do 25 de abril de 1974.

Neste contexto o atual PSD também não é fiável, não se diferenciando dos tempos de Passos Coelho. Este, aliás, afirmava antes de chegar ao governo o seguinte: “O país não precisa de mais promessas de impostos e de mais sacrifícios só porque o Estado não faz aquilo que deve.” No governo fez o contrário. No período da troika (2011-2015), Luís Montenegro liderava a bancada parlamentar do partido e não poupava encómios às políticas desastrosas do governo PSD/CDS – de brutal austeridade, empobrecimento, cortes cegos nos salários e pensões (eliminação do subsídio de férias e subsídio de natal, sobretaxas), cortes na despesa com a saúde, educação e segurança social, enorme aumento de impostos, desemprego, fuga em massa para a emigração – que foram implementadas naquele tempo terrível para a sociedade e economia portuguesa. À época, numa entrevista ao Jornal de Notícias, o atual líder do PSD, saiu-se com esta coisa inacreditável: “Os portugueses estão piores, mas o país está melhor.” Como se o objetivo das políticas públicas não fosse melhorar a vida das pessoas. As pessoas não são números.

O insuspeito José Pacheco Pereira, foi claro na avaliação: “Eles (governo do PSD/CDS) são bons, o país não os merece. E é verdade, o país não os merece. Merece muito melhor.” O PSD também não é credível no que respeita a eventuais coligações com o Chega, que atualmente renega. Não é de fiar. Nas eleições legislativas antecipadas de 10 de março de 2024 o povo é soberano, mas convém saber ao que vai, evitando ser ludibriado, comendo novamente “gato por lebre”.

 

 

 

 

 

 

Total Views: 0
Algoritmo
Dia Mundial de Mim
Imigração: entre preconceitos e realidade
Meu rico verão
Iludir-se
TAGGED:Francisco Martinsgoverno desgovernado
Partilhe este artigo
Facebook Email Print
PorFrancisco Martins
Follow:
Natural de S. Bartolomeu de Messines, nascido em 1957. Licenciado em Economia, Membro Efetivo da Ordem dos Economistas. Professor e vice-presidente da Escola Secundária de Silves; vereador permanente e não permanente da Câmara Municipal de Silves (eleito da CDU); dirigente associativo em várias entidades. Fundador do Terra Ruiva.
Artigo Anterior Assinado protocolo entre o Município de Silves e Santa Casa de Misericórdia de Silves
Próximo Artigo Anunciada a construção de um novo quartel da GNR em Messines
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Últimas

Ministra do Ambiente veio colocar a “primeira pedra” da Estação Dessalinizadora de Água do Mar do Algarve
Política Sociedade
Centro de Saúde de Messines em obras de requalificação
Concelho
Animação de Verão 2026 em Armação de Pêra, com muitas propostas de lazer
Lazer Sociedade
Museu da Cortiça de Silves – entre a memória e a resistência
Concelho História & Património Sociedade
Linha do Algarve passa a utilizar comboios elétricos e terá mais oferta
Algarve Economia Economia & Emprego

– Publicidade –

Jornal Local do Concelho de Silves.

Links Úteis

  • Notícias
  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica

Publicidade

  • Publicidade & Assinaturas
  • Conteúdo Patrocinado

Info Legal

  • Contactos e Info Legal
  • Termos e Condições
  • Politica de Privacidade

Siga-nos nas Redes Sociais

© Copyright 2025, Todos os Direitos Reservados - Terra Ruiva - Created by Pixart
Ajustes de acessibilidade

Com tecnologia de OneTap

Durante quanto tempo queres ocultar a barra de acessibilidade?
Duração de ocultação da barra
Perfis de acessibilidade
Modo de Deficiência Visual
Melhora os elementos visuais do site
Perfil Seguro para Convulsões
Remove flashes e reduz cores
Modo Amigável para TDAH
Navegação focada, sem distrações
Modo de Cegueira
Reduz distrações, melhora o foco
Modo Seguro para Epilepsia
Escurece cores e para o piscar
Módulos de conteúdo
Tamanho do ícone

Padrão

Altura da linha

Padrão

Módulos de cor
Módulos de orientação
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?