Ao utilizar este site, concorda com a nossa politica de privacidadePolitica de Privacidade e Termos e Condições.
Accept
Terra RuivaTerra RuivaTerra Ruiva
  • Concelho
  • Sociedade
    • Ambiente & Ciência
    • Cultura
    • Educação
    • Entrevista
    • História & Património
    • Lazer
    • Política
  • Opinião
  • Vida
  • Economia & Emprego
  • Algarve
  • Desporto
  • Autores
    • António Eugénio
    • António Guerreiro
    • Aurélio Cabrita
    • Carlos Osório
    • Clara Nunes
    • Débora Ganda
    • Eugénio Guerreiro
    • Fabrice Martins
    • Francisco Martins
    • Frederico Mestre
    • Helena Pinto
    • Inês Jóia
    • José Quaresma
    • José Vargas
    • Maria Luísa Anselmo
    • Maria José Encarnação
    • Miguel Braz
    • Paula Bravo
    • Paulo Penisga
    • Patricia Ricardo
    • Ricardo Camacho
    • Rocha de Sousa
    • Rogélio Gomes
    • Sara Lima
    • Susana Amador
    • Teodomiro Neto
    • Tiago Brás
    • Vera Gonçalves
  • Página Aberta
  • AUTÁRQUICAS 2025
    • AUTÁRQUICAS 2021
  • Edições
Reading: A maioria dos portugueses considera que o SNS tem respondido de forma eficaz à pandemia
Partilhe
Font ResizerAa
Terra RuivaTerra Ruiva
Font ResizerAa
  • Home
  • Demos
  • Categories
  • Bookmarks
  • More Foxiz
    • Sitemap
Follow US
  • Advertise
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Saúde & Bem EstarVida

A maioria dos portugueses considera que o SNS tem respondido de forma eficaz à pandemia

Terra Ruiva
Última Atualização: 2021/Jun/Seg
Terra Ruiva
5 anos atrás
PARTILHE

  A maioria dos portugueses (73,2%) considera que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) tem respondido de forma eficaz à pandemia de Covid-19. Contudo, cerca de um quarto dos utentes (24,7%) afirma ter deixado de recorrer pelo menos uma vez ao SNS por sentir receio de se deslocar a um hospital ou centro de saúde.

Em alternativa, cerca de 18% preferiram recorrer a serviços de saúde privados, segundo dados do Índice de Saúde Sustentável, estudo desenvolvido pela NOVA Information Management School (NOVA IMS) e  apresentado na 9ª Conferência AbbVie|DN|TSF.

O índice que avalia a sustentabilidade do SNS registou uma descida dos 101.7 para os 83.9 pontos devido ao efeito da pandemia. Para esta queda no indicador contribuiu a diminuição na atividade (-9,8%), o aumento da despesa (7%) e a diminuição da qualidade técnica (-3,1%). Contudo, o estudo estima que sem o efeito da Covid-19 o índice de sustentabilidade registaria o valor mais elevado desde a sua criação, em 2014: 103.6 pontos.

“Em 2020 houve uma queda muito acentuada de atividade nos hospitais, com a pandemia a consumir muitos recursos e a gerar despesa adicional. Algo inevitável e que naturalmente se reflete na queda do índice de sustentabilidade. Como aspeto positivo, de realçar a redução do deficit (-15%) mesmo neste contexto difícil e o aumento da qualidade percecionada do SNS”, explica Pedro Simões Coelho, professor da NOVA IMS e coordenador principal do projeto Índice de Saúde Sustentável.  

Durante a pandemia, a satisfação e confiança dos portugueses no SNS aumentou em todos os parâmetros avaliados. É no internamento que os utentes manifestam maior satisfação e confiança (87.0 e 87.3 pontos, respetivamente, numa escala de 0 a 100), mas foi no atendimento de urgência que se registou o maior aumento (+2.6 pontos na satisfação e +5.3 pontos na confiança).

O estudo calculou também o impacto do SNS no absentismo laboral e na produtividade dos utentes em 2020. Em média, os portugueses faltaram 7,4 dias ao trabalho, o que resultou num prejuízo de 2,8 mil milhões de euros. No entanto, a prestação de cuidados de saúde através do SNS permitiu evitar a ausência laboral de 2,9 dias, representando uma poupança de mil milhões de euros. Também foi analisada a redução na produtividade tendo em consideração situações de doença que poderão ter influenciado o desempenho de uma pessoa num dia normal de trabalho. Por motivos de saúde terá existido uma perda de produtividade equivalente a 15,8 dias de trabalho, o que se traduz num prejuízo de 6 mil milhões de euros. Porém, conclui-se também que o SNS permitiu evitar outros 9,9 dias de trabalho perdidos em produtividade, resultando numa poupança de 3,5 mil milhões de euros.

Totalizando o impacto no absentismo laboral e o impacto na produtividade, o SNS permitiu uma poupança de 4,5 mil milhões de euros. Considerando o impacto dessa poupança por via dos salários e a relação entre a produtividade/remuneração do trabalho (valores referência do INE), é possível concluir que os cuidados prestados pelo SNS permitiram um retorno para a economia que ronda os 6,8 mil milhões de euros, o valor mais alto registado nos últimos anos. “Através destes dados pode-se concluir que, mesmo em plena crise pandémica e apesar da queda da atividade assistencial e consequente  queda no índice de sustentabilidade, o SNS continuou a oferecer um forte contributo para a economia nacional”, realça Pedro Simões Coelho.

Quando se analisam os determinantes da satisfação do utente, a qualidade dos profissionais de saúde continua a ser identificada como o ponto mais forte do SNS e um ponto que deve continuar a ser valorizado. Por outro lado, a facilidade de acesso aos cuidados e os tempos de espera entre a marcação e a realização de atos médicos são duas áreas prioritárias de atuação.

Iniciada em 2014, a parceria entre a biofarmacêutica AbbVie e a NOVA IMS resultou na criação do primeiro índice capaz de quantificar a sustentabilidade do SNS, através da análise de dimensões como a atividade, a despesa, a dívida e a qualidade (técnica e percecionada). O estudo “Índice de Saúde Sustentável” procura ainda compreender os contributos económicos e não económicos do SNS, conhecer o impacto dos custos de utilização do sistema no nível de utilização do mesmo e identificar pontos fortes e fracos do SNS, bem como possíveis áreas prioritárias de atuação.

Clique aqui para aceder ao estudo completo.

Total Views: 0
Universidade do Algarve atribui Doutoramento Honoris Causa a Vítor Neto
Horóscopo semanal, por Maria Helena
ANSR, GNR e PSP lançam campanha “Cinto-me Vivo”, com ações de fiscalização
GNR deteve 108 pessoas na semana passada, no distrito de Faro
Horóscopo semanal, por Maria Helena Martins
TAGGED:estudoÍndice de Saúde SustentávelNOVA IMSpandemiaServiço Nacional de Saúde
Partilhe este artigo
Facebook Email Print
Artigo Anterior Educar com Respeito e para o Respeito
Próximo Artigo Alunos de Algoz realizam vídeos sobre boas práticas na luta contra a Covid-19
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Últimas

USF de Modelo C em Silves, deve abrir até ao final do ano
Concelho
Remodelação da APA e do ICNF “à porta fechada”: Quercus lamenta falta de transparência do Governo
Ambiente & Ciência Sociedade
Ofertas de emprego do IEFP
Economia Economia & Emprego
Corte de trânsito em Silves
Concelho
Lena d’ Água em concerto em Silves
Lazer Sociedade

– Publicidade –

Jornal Local do Concelho de Silves.

Links Úteis

  • Notícias
  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica

Publicidade

  • Publicidade & Assinaturas
  • Conteúdo Patrocinado

Info Legal

  • Contactos e Info Legal
  • Termos e Condições
  • Politica de Privacidade

Siga-nos nas Redes Sociais

© Copyright 2025, Todos os Direitos Reservados - Terra Ruiva - Created by Pixart
Ajustes de acessibilidade

Com tecnologia de OneTap

Durante quanto tempo queres ocultar a barra de acessibilidade?
Duração de ocultação da barra
Perfis de acessibilidade
Modo de Deficiência Visual
Melhora os elementos visuais do site
Perfil Seguro para Convulsões
Remove flashes e reduz cores
Modo Amigável para TDAH
Navegação focada, sem distrações
Modo de Cegueira
Reduz distrações, melhora o foco
Modo Seguro para Epilepsia
Escurece cores e para o piscar
Módulos de conteúdo
Tamanho do ícone

Padrão

Altura da linha

Padrão

Módulos de cor
Módulos de orientação
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?