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Fábio Antão premiado no Archiprix Portugal

O jovem arquitecto Fábio Antão, natural de Algoz, foi premiado com uma Menção Honrosa, no concurso Archiprix Portugal 2019 – Prémio de Arquitetura, Arquitetura Paisagística e Urbanismo.
“Sines, um rossio na frente de água” é o título do trabalho de projeto realizado por Fábio Antão para a sua conclusão de mestrado na Universidade de Évora, trabalho este que obteve a classificação máxima de 20 valores.

Fábio Antão

“O Prémio Archiprix Portugal distingue anualmente os melhores trabalhos de fim de curso de mestrado apresentados nas áreas de Arquitetura, Urbanismo e Arquitetura Paisagista. O Archiprix é um prémio de temática livre, puramente insitucional e académico que dá visibilidade à diversidade e qualidade académica da mais jovem geração de arquitetos.”

O Archiprix Portugal foi instituído pela Fundação Serra Henriques e pelo Archiprix Holanda, em 2012. Desde então este prémio vem distinguindo os conjuntos de trabalhos “que melhor reflectem a excelência do ensino nas faculdades portuguesas, em toda a sua riqueza e diversidade, em reconhecimento do mérito dos alunos, orientadores e instituições”.

Em cada edição é apenas distinguido um vencedor e podem ser atribuídas até dez menções honrosas. Para esta edição foram nomeados 26 trabalhos finalistas e premiados onze. O painel de Júri ficou composto pelos arquitetos João Nasi Pereira, Pedro Baganha, Rita Guedes, Teresa Almeida, Lígia Nunes, Guilherme Machado Vaz e João Oliveira.

A cerimónia de entrega dos prémios decorreu no dia 1 de junho, na cidade de Matosinhos, no conjunto edificado recentemente reconvertido em Casa da Arquitectura, onde os trabalhos estiveram expostos.

Sines, um rossio na frente de água

O projeto de Fábio Antão, segundo o autor, ” explora a capacidade de definir um lugar, com identidade própria, na articulação entre a terra e o mar. A proposta pretende clarificar um lugar, tido como amorfo, amplo e expectante, que existe atualmente entre a cidade de Sines e o porto, entre a terra e o mar.”
A proposta “concentra-se na definição de um novo lugar, evocando a sua posição-limite, e incorpora na sua formalização o confronto de escalas entre o mar, a cidade, o rossio e o arquétipo da casa. Neste redesenho do limite explora-se também a compatibilização de uma produção com um programa associado ao lazer e cultura.”

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