No dia 6 de maio foi assinado, o contrato de planeamento para a elaboração do Plano de Pormenor da Aldeia Ruiva, na freguesia de São Bartolomeu de Messines, após terminado o período de consulta pública preventiva do referido plano.
Segundo a Câmara Municipal de Silves “Este plano tem como objetivos a promoção do dinamismo económico da base económica local, por via da melhoria das condições de funcionalidade e desenvolvimento das atividades económicas existentes; a qualificação do ambiente urbano do aglomerado de São Bartolomeu de Messines e a promoção do aproveitamento do potencial locativo do território, rentabilizando e otimizando o investimento efetuado.”
“Com a assinatura do contrato de planeamento é dado um passo importante na concretização deste projeto de desenvolvimento para todo o concelho de Silves, que se alinha com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, designadamente com os ODS 8, trabalho digno e crescimento económico, e 9, indústria, inovação e infraestruturas, para além de se localizar em território do Geoparque Algarvensis (aspirante).”



A notícia espraia-se, numa longa definição sobre o objectivo do plano que está previsto, mas é omissa, em termos mais específicos, àcerca de qual o verdadeiro propósito subjacente a esta iniciativa.
“Este plano tem como objectivos a promoção do dinamismo económico da base económica local, por via da melhoria das condições de funcionalidade e desenvolvimento das actividades económicas existentes; a qualificação do ambiente urbano do aglomerado de São Bartolomeu de Messines e a promoção do aproveitamento do potencial locativo do território, rentabilizando e optimizando o investimento efectuado.”
Será o que, actualmente, se designa pelo anglicismo “Retail” ?
Será “Zona Industrial” ?
Só que esta segunda hipótese é quase visionária, uma vez que Messines é muito deficitário em unidades industriais …
Embora vivendo longe, mas como messinense interessado no progresso da minha terra, que vejo, literalmente, parada no tempo, teria interesse em conhecer qual o verdadeiro móbil desta meritória iniciativa de alguém que muito tem dado à nossa província.
Falo do Vítor Neto, pessoa da minha criação, como sói dizer-se, e filho de um grande empreendedor, de que a terra muito se orgulha de ter tido como berço: o senhor Teófilo Fontainhas Neto, cuja família bem conheci, desde a avó, a Ti Filomena, de cujas linguiças e chouriças dos porcos que comprava na serra, que matava e comercializava, ainda recordo o gosto inigualável.
Tudo isto, porque nasci e vivi, enquanto jovem, no mesmo largo da sua casa de família.
Bons tempos …
Você tem razão… acabei de ler o artigo e fiquei a saber o mesmo.