“Pensar no Natal, para muitos de nós, é reconfortante… família reunida, um ambiente confortável, comida saborosas sobre a mesa, gargalhadas, presentes e memórias!
Já pensou como seria se este Natal já não fosse assim? Se na noite de 24, ou no dia de 25 o que tivesse fossem apenas memórias?”
A questão foi lançada pela Equipa de Apoio Domiciliário (EAD) aos utentes que frequentam a Unidade Sócio-Ocupacional (USO) da Casa do Povo de São Bartolomeu de Messines.
“Estas pessoas conhecem bem a sensação de uma casa vazia! Sabem o que é ouvir falar de uma festa, sem ser convidado para estar presente? Ou, se presentes, sentem que não são desejados e que a mínima falha será motivo para serem (ainda mais) criticados e de seguida ignorados! Estas pessoas conhecem bem a solidão! A sensação de uma casa vazia, mas também a solidão de uma casa cheia!”
Foi então que “com o intuito de contrariar esta realidade” que nasceu a iniciativa “Apadrinhar uma carta neste Natal e Sensibilizar para a doença mental”. Uma iniciativa de solidariedade social, que pretende, para além de surpreender os utentes, preencher o vazio da solidão e deixar memórias positivas.
“Cada uma destas pessoas foi desafiada a escrever uma carta, sem destinatário, onde falasse um pouco de si, do seu percurso, da doença, e onde pudesse fazer um pedido de um presente de Natal.
As cartas estão escritas e agora o desafio é seu – Apadrinhar uma (ou mais) destas cartas, responder ao seu autor e fazer realizar o seu desejo de Natal”, esclarece a organização. Cada carta estará numerada (de 1 a 35), não sendo o número de cada carta divulgado.
Quem quiser aderir a esta Campanha, basta enviar-nos uma mensagem pelo Messenger https://www.facebook.com/profile.php?id=100070520491692, WhatsApp, e-mail(sorrirm@casapovomessines.pt), chamada telefónica (960487760/282249044)ou SMS(960487760),dizendo o(s) número(s) escolhido(s), o seu nome e contacto de e-mail.
“Ao eleger estas cartas comprometem-se a assegurar um dos seus pedidos natalícios que se encontra expresso em cada uma.”
“Por razões de proteção, tanto os dados pessoais dos padrinhos como dos utentes da instituição, só são conhecidos pela Casa do Povo de Messines, garantindo assim a confidencialidade da informação e todo o processo de entrega dos bens.
O Desafio está nas suas mãos, junta-se a nós e nesta Natal sensibilize a comunidade para a Doença Mental!” – conclui a equipa USO.







