O uso de máscara vai continuar obrigatório apenas em lares e hospitais, locais onde se encontram “pessoas especialmente vulneráveis” e nos transportes públicos, deixando de ser exigido em espaços interiores e nas escolas.
O anúncio foi feito hoje pela ministra da Saúde que justifica esta decisão com o facto do número de internados em cuidados intensivos estar “estável e decrescente” e porque atualmente o país regista 583 casos por cem mil habitantes, números que garantem alguma segurança para ser tomada esta decisão. Marta Temido considerou que a evolução da situação é “positiva” em Portugal e que apesar de “não estarmos no patamar ideal, o caminho permite neste momento alterar o enquadramento que existia”. O qual, sublinhou, pode ser revertido se necessário.
Na sequência da reunião do Conselho de Ministros, que hoje se realizou, foi ainda anunciado que a situação de alerta se manterá em vigor até ao dia 5 de maio, mas com novas regras. Além da que se refere ao uso da máscara, foi decidido que a realização de testes de diagnóstico é obrigatório apenas se for exigida pela Direção-Geral da Saúde, e deixa de ser exigido certificado Covid em qualquer das modalidades.
As novas regras entrarão em vigor muito em breve, quando forem publicadas em Diário da República.


