Ao utilizar este site, concorda com a nossa politica de privacidadePolitica de Privacidade e Termos e Condições.
Accept
Terra RuivaTerra RuivaTerra Ruiva
  • Concelho
  • Sociedade
    • Ambiente & Ciência
    • Cultura
    • Educação
    • Entrevista
    • História & Património
    • Lazer
    • Política
  • Opinião
  • Vida
  • Economia & Emprego
  • Algarve
  • Desporto
  • Autores
    • António Eugénio
    • António Guerreiro
    • Aurélio Cabrita
    • Clara Nunes
    • Débora Ganda
    • Eugénio Guerreiro
    • Fabrice Martins
    • Francisco Martins
    • Frederico Mestre
    • Helena Pinto
    • Inês Jóia
    • José Quaresma
    • José Vargas
    • Maria Luísa Anselmo
    • Maria José Encarnação
    • Miguel Braz
    • Paula Bravo
    • Paulo Penisga
    • Patricia Ricardo
    • Ricardo Camacho
    • Rocha de Sousa
    • Rogélio Gomes
    • Sara Lima
    • Susana Amador
    • Teodomiro Neto
    • Tiago Brás
    • Vera Gonçalves
  • Página Aberta
  • AUTÁRQUICAS 2025
    • AUTÁRQUICAS 2021
  • Edições
Reading: Canabinoides: uma opção terapêutica para a dor crónica
Partilhe
Font ResizerAa
Terra RuivaTerra Ruiva
Font ResizerAa
  • Home
  • Demos
  • Categories
  • Bookmarks
  • More Foxiz
    • Sitemap
Follow US
  • Advertise
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Saúde & Bem EstarVida

Canabinoides: uma opção terapêutica para a dor crónica

Terra Ruiva
Última Atualização: 2022/Mar/Seg
Terra Ruiva
4 anos atrás
PARTILHE

“Canabinoides na dor crónica – mitos, factos e opções terapêuticas” foi o tema da reunião online, que juntou especialistas no tratamento da dor, no passado dia 22 de fevereiro. Dedicada a médicos de família, a iniciativa resultou de uma parceria entre a Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF) e a Tilray Medical Portugal e teve como objetivo discutir o uso dos canabinoides para o tratamento da dor crónica, as suas indicações e as suas vantagens.

“Os canabinoides são mais uma opção terapêutica para a dor crónica, nos casos de insucesso de outras terapêuticas. Cabe aos médicos, independentemente da especialidade, pesquisar sobre o assunto e apostar na sua formação de forma a oferecer aos doentes novas opções”, conclui Hugo Cordeiro, membro do Grupo de Estudos de Dor da APMGF e moderador da iniciativa, mencionado “fazer todo o sentido discutir este assunto entre profissionais de saúde”. “Com certeza, faremos mais formações nesta área.”

O webinar contou com a intervenção de Artur Aguiar, médico especialista no tratamento de dor no IPO-Porto, que falou do sistema endocanabinoide; da evidência clínica; e dos canabinoides, abordando o seu lado teórico e a realidade da sua utilização. Foram também expostos dois casos clínicos, por Artur Aguiar e por Raul Marques Pereira, responsável pela Consulta de Dor da USF Lethes, em Ponte de Lima.

Artur Aguiar começou a sua apresentação explicando que “a canábis é uma planta única na natureza, que possui muitos componentes químicos, sendo que uma grande parte se relaciona com o organismo humano do ponto de vista terapêutico”. De acordo com o orador, esta informação é conhecida há muitos anos, tendo o canabidiol (CBD) sido o primeiro componente a ser conhecido e estudado. Mais tarde, foi isolado o tetrahidrocanabinol (THC), tendo-se tornado na substância mais investigada em ensaios clínicos.

 

 

“A comunidade científica dedicou-se a estudar a razão pela qual estes constituintes são capazes de produzir efeitos terapêuticos e medicinais no corpo humano e chegou à conclusão de que temos recetores e transmissores canabinoides no nosso organismo – o denominado sistema endocabinoide – capazes de interagir com as substâncias da planta”, afirmou Artur Aguiar.

E explicou que este sistema tem um papel importante de regulação de um alargado leque de processos fisiológicos: apetite, metabolismo, humor, função motora, função gastrointestinal, função cardiovascular, resposta ao stress, resposta imunitária e inflamatória, função endócrina e do sistema reprodutor, desenvolvimento embrionário, neurotransmissão e dor.

“Os canabinoides atuam em múltiplos níveis no que respeita à transmissão da dor, tendo um efeito notável não apenas em termos de escala de intensidade, mas também da sua perceção; da qualidade de vida do doente; e da gestão emocional da própria dor. É neste aspeto que a canábis tem um efeito diferenciador”, salientou.

E afirmou: “A evidência clínica já existente diz-nos que a terapêutica com canabinoides tem aos poucos mostrado o potencial de reduzir a comedicação com outros medicamentos, como os antidepressivos.”

O orador lembrou ainda que, em Portugal, atualmente, há uma flor seca aprovada e à venda nas farmácias, que tem como substância ativa o THC. Está recomendada para adultos com mais de 25 anos de idade e indicada para casos em que os tratamentos convencionais não sejam eficazes ou provoquem efeitos adversos. A administração desta flor seca é feita por via inalatória, com vaporizador.

As seis indicações aprovadas no nosso país para tratamento com esta substância são, de acordo com Artur Aguiar, a dor crónica associada a doença oncológica ou ao sistema nervoso; náuseas e vómitos resultantes de quimioterapia, radioterapia combinada de VIH e medicação para hepatite C; estimulação do apetite nos cuidados paliativos de doentes sujeitos a tratamentos oncológicos ou com sida; espasticidade associada à esclerose múltipla ou a lesões medulares; síndrome de Gilles de la Tourette; e glaucoma resistente à terapêutica.

De seguida, a exposição dos casos clínicos, por Artur Aguiar e Raul Marques Pereira, deu lugar a uma profícua e muito participativa discussão com os médicos assistentes.

Respondendo às questões dos colegas que colocaram as suas dúvidas sobre esta substância, modos de atuação, vantagens e desvantagens, Raul Marques Pereira mostrou considerar que “os canabinoides são, sem dúvida, uma nova classe de fármacos e que tem de ser tidos em conta pelos médicos, para tratamento da dor que não responde aos fármacos utilizados habitualmente”.

Depois da discussão entre oradores e participantes, ficou no ar a promessa de mais reuniões sobre o tema canabinoides e a dor crónica. “É importante continuarmos a transmitir o estado da arte da utilização de canabinoides na dor, assim como o seu uso prático em Cuidados de Saúde Primários, nomeadamente no que respeita às indicações e aos doentes que mais podem beneficiar”, termina Raul Marques Pereira.

Total Views: 0
Dia Internacional da Tiroide – Até um milhão de portugueses podem ser afetados por doenças da tiroide
Horóscopo semanal, por Maria Helena Martins
Banco Alimentar do Algarve realiza campanha solidária e explica como ajudar
GNR alerta para furtos em veículos nos períodos de lazer
Campanha de segurança rodoviária para veículos de duas rodas a motor
TAGGED:Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiarcanabinoidesdor crónicaTilray Medical Portugal
Partilhe este artigo
Facebook Email Print
Artigo Anterior Aberta Consulta Pública ao Plano de Desenvolvimento Social Supraconcelhio do Algarve
Próximo Artigo Silves debate Áreas Integradas de Gestão de Paisagem, após ter três candidaturas aprovadas pelo Governo
Sem comentários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Últimas

Câmara Municipal de Silves está a contratar
Economia Economia & Emprego Emprego
VIII Mostra de Papas de Milho em Silves
Lazer Sociedade
Chapéus de sol podem ficar em frente às concessões
Ambiente & Ciência Concelho Sociedade
Torneio Internacional de Xadrez já decorre em Silves, aberto ao público
Desporto
Concelho de Silves em alerta máximo para perigo de incêndio rural
Concelho

– Publicidade –

Jornal Local do Concelho de Silves.

Links Úteis

  • Notícias
  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica

Publicidade

  • Publicidade & Assinaturas
  • Conteúdo Patrocinado

Info Legal

  • Contactos e Info Legal
  • Termos e Condições
  • Politica de Privacidade

Siga-nos nas Redes Sociais

© Copyright 2025, Todos os Direitos Reservados - Terra Ruiva - Created by Pixart
Ajustes de acessibilidade

Com tecnologia de OneTap

Durante quanto tempo queres ocultar a barra de acessibilidade?
Duração de ocultação da barra
Perfis de acessibilidade
Modo de Deficiência Visual
Melhora os elementos visuais do site
Perfil Seguro para Convulsões
Remove flashes e reduz cores
Modo Amigável para TDAH
Navegação focada, sem distrações
Modo de Cegueira
Reduz distrações, melhora o foco
Modo Seguro para Epilepsia
Escurece cores e para o piscar
Módulos de conteúdo
Tamanho do ícone

Padrão

Altura da linha

Padrão

Módulos de cor
Módulos de orientação
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?