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Master Chef Sénior – Cozinheiras do concelho mostram o que sabem

Cerca de uma centena de “cozinheiras de mão-cheia” estão a participar no Master Chef Sénior, iniciativa do sector de Ação Social da Câmara Municipal de Silves.
As primeiras provas decorreram no mês de abril, em Pêra, Tunes e S. Bartolomeu de Messines. Em maio, a seleção dos melhores pratos continua: no dia 16 em Armação de Pêra; no dia 18 em S. Marcos da Serra; e nos dias 23 e 25 em Silves.

Para o dia 13 de junho, está prevista a realização da prova final que irá revelar ao concelho quem será a Master Chef Sénior 2018.

O formato desta iniciativa que tem estado a decorrer nos Polos de Educação ao Longo da Vida, segue aquele que já é conhecido do público, através dos diversos concursos televisivos. Cada participante que se inscreve apresenta uma ou mais receitas a concurso, dentro das seguintes categorias: entradas, sopas, prato de peixe, prato de carne e sobremesa.
As provas de seleção realizam-se nos diferentes Polos, sendo os pratos avaliados por um júri, seguindo critérios de tradicionalidade da receita, criatividade, empratamento e gustação. Depois, os melhores pratos irão disputar a grande final.

Para “espreitar” o processo, o Terra Ruiva esteve presente no início da prova de seleção em S. Bartolomeu de Messines, com as utentes deste Polo e da Cumeada. A sala, com concorrentes e algumas espetadoras, fervilhava de emoção. Um pouco depois das 10 horas, o júri, nesse dia composto pela vereadora Luísa Conduto Luís, João Encarnação, presidente da Associação de Barmen do Algarve, e Maria do Céu Mateus, do Sector de Educação da Câmara Municipal, tomava posição na mesa, “mais ou menos” pronto para experimentar os pratos das 17 concorrentes.

Na mesa, Maria do Céu, Luísa Luís e João Encarnação. Ao lado, Ivone Lampreia

Seguindo as orientações de Ivone Lampreia, técnica da autarquia, as cozinheiras aqueciam a comida, dispunham-na nas travessas e levavam-na até à mesa do júri, num processo por vezes atrapalhado pela natural timidez de algumas concorrentes. Na mesa, enquanto o júri se servia e degustava, era a vez das concorrentes explicarem a receita, a maior parte delas classificadas como “receitas de família” e “antigas”. Havia quem contasse o “segredo” que todos estes pratos encerram e havia quem talvez não o fizesse… entre um clima de boa disposição e algum nervosismo que o júri tentava desfazer…
Num concurso que valoriza a comida, uma palavra ainda para a loiça bonita e antiga trazida por várias concorrentes… e também objeto de comentário e apreciação…

Quando o Terra Ruiva se ausentou, ainda a prova decorria, tendo-se prolongado toda a manhã e terminado da forma mais saborosa: “comemos tudo”, como nos contou à posteriori uma das participantes, com um ar muito satisfeito.

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