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Observatório Regional de Segurança Alimentar do Algarve vai intervir em todos os concelhos

A Direção Geral de Saúde e a Associação In Loco assinaram um protocolo visando a criação do Observatório Regional de Segurança Alimentar (ORSAA) que vai intervir em todos os concelhos da região.
O objetivo é o de criar uma estratégia de combate às situações de insegurança alimentar, passível de ser posteriormente disseminado por todo o País.

Segundo a In Loco, “um em cada dez agregados familiares portugueses já sentiu algum grau de insegurança alimentar, ou seja, devido a problemas económicos, teve dificuldade em propiciar aos seus membros alimentos saudáveis e em quantidades adequadas”. Na prática isso tem levado a que muitas famílias abandonem a alimentação mediterrânica e adotem hábitos alimentares desequilibrados.
O excesso de peso e as doenças relacionadas, como a diabetes, são alguns dos grandes problemas nacionais, a que o Algarve não está imune. Pelo contrário, “ nos resultados do inquérito de insegurança alimentar INFOFAMILIA, aplicado pela DGS desde 2011, apresenta elevados fatores de risco e valores preocupantes de abandono da Dieta Mediterrânica, particularmente nos jovens”.
Foi neste contexto que a DGS desafiou a Associação In Loco para dinamizar a realização de um projeto-piloto na região do Algarve que leve à criação de um Observatório de Segurança Alimentar. Em parceria com a Administração Regional de Saúde, com todos os municípios da região integrados na AMAL – e responsáveis pelas Comissões Locais de Ação Social – com a Universidade do Algarve e com a Segurança Social, terá início em agosto um” ambicioso programa de avaliação regional do estado de insegurança familiar, de capacitação dos técnicos envolvidos nesta importante matéria e, fundamentalmente, de demonstração prática aos agregados familiares que se encontrem em situação de maior risco, como é simples e fácil proporcionar uma alimentação saudável e económica aos seus membros, tendo como princípios orientadores os da Dieta Mediterrânica”.
“O programa de ação deste projeto piloto, em anexo, terá uma duração de um ano e contará com uma equipa pluridisciplinar envolvendo nutricionistas, chefs, antropólogos, sociólogos e o apoio empenhado de uma rede regional de técnicos municipais e das entidades privadas e públicas operando na área social”, adianta ainda a Associação In Loco.

O programa completo pode ser consultado aqui:Plano de ação (in)segurança alimentar

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