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Contra os incêndios – Silves volta a ter Equipa de Intervenção e mais militares na serra

Os concelhos de Silves e de Monchique poderão contar, de novo, com a presença de duas equipas municipais de Intervenção Florestal e com o reforço do número de militares do Exército a fazer ações de vigilância na serra.
A composição destas equipas foi determinada no âmbito do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais que este ano vai mobilizar 553 operacionais, entre bombeiros, militares do exército e forças policiais e 133 veículos.
A fase Bravo, a primeira deste dispositivo, arrancou já a 15 de maio, prolongando-se até ao dia 30 de junho. A partir dessa data, terá início a fase Charlie, que se estende entre 1 de julho a 30 de setembro, uma fase em que os meios estarão ao máximo das suas capacidades.
Na primeira fase – Bravo- o Algarve poderá contar com dois helicópteros, um estacionado em Monchique e outro em Loulé; e na segunda fase – Charlie- passará a contar com um terceiro estacionado em Tavira e o apoio de um quarto estacionado em Ourique.
Foi também anunciado por Vítor Vaz Pinto, o comandante operacional do Algarve, que este ano a região irá dispor de uma Equipa de Análise e Uso do Fogo (EAUF) e de mais um Grupo de Combate a Incêndios Florestais (GCIF), sempre que seja declarado o estado de alerta especial de nível laranja ou superior.

GNR faz “Floresta Segura”
Entretanto, a GNR tem já a decorrer, até ao dia 31 de outubro, em todo o território nacional, a Operação Floresta Segura 2017, “materializada em ações de patrulhamento, vigilância e fiscalização das zonas florestais, para prevenir e detetar a eclosão de incêndios, evitar comportamentos de risco e reprimir atividades ilícitas contra o património florestal”.
«Em apoio à Autoridade Nacional de Proteção Civil no combate aos incêndios florestais, a GNR empenha forças do Grupo de Intervenção, Proteção e Socorro (GIPS) em ações de primeira intervenção e através do seu Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) garante a validação, medição das áreas ardidas e investigação das causas dos incêndios florestais, coordenando também os meios afetos, de diversas entidades, empenhados em ações de vigilância móvel com vista a prevenção e deteção de incêndios», informa.

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