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Esclarecimento do Centro Cultural e Social João de Deus

 

Na sequência da publicação, na edição do mês de fevereiro, de um artigo com o título “Lar de Messines, (https://www.terraruiva.pt/2017/02/17/lar-messines-ha-queixas-ma-qualidade-da-alimentacao/Sucedem-se queixas sobre a má qualidade da alimentação” ), recebemos um documento da referida instituição, com um pedido de publicação.

O referido documento, de grande extensão, tem o título “ Esclarecimento e últimos 9 anos” e no mesmo dá-se não só uma resposta/esclarecimento ao assunto da alimentação, como se aborda longamente questões financeiras e de gestão, relativas aos últimos anos, que nunca são referidas no nosso artigo. Assim, a direção do jornal entendeu publicar apenas a parte do texto que se refere diretamente ao assunto por nós abordado.

A direção do Terra Ruiva

 

«Esclarecimento e últimos 9 anos”

O Centro Cultural e Social João de Deus vem por este meio solicitar a publicação de um esclarecimento à publicação da edição nº 186 – Fevereiro de 2017.
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«Dado o teor da notícia passar uma ideia um pouco distorcida da realidade, bem como alguma falta de preciosismo, colocando em causa o bom nome desta Instituição, cumpre nos prestar os seguintes esclarecimentos:
A empresa Gertal, foi aquela que face à experiência no sector nos apresentou melhores garantias para assegurar a qualidade exigida por nós através na externalização do sector cozinha.
Tendo nós tido consciência que uma mudança num serviço nevrálgico de um Lar poderia acarretar uma maior responsabilidade, em todos os momentos, juntamente com o nosso parceiro, mantivemos uma ligação com os familiares dos utentes no sentido de melhorar o serviço.
Foram providenciadas reuniões, com o intuito de estreitar compromissos, junto dos familiares, pois são esses que são os representantes dos seus entes, cuja última reunião, tivemos um feedback bastante positivo, havendo familiares que referiram “…hoje provei e estava ótimo”; “… neste momento o comer está bom e não se compara…tem estado saboroso”
Ao contrário que muitos possam pensar, toda a preparação e confeção é feita na cozinha do Lar, não existindo uma diferenciação entre a alimentação dos utentes e dos colaboradores, em termos de ementa. Nesta linha, significa, que face ao rigor e preocupação que esta instituição tem ao longo dos vários anos, toda a preparação e confeção segue em linha de conta com a idade dos utentes e a respetiva dieta obrigatória dos mesmos. Situações essas como o uso do sal, gorduras, açucares, entre outros são levados em linha de conta, onde para o comum dos comensais o sabor de uma alimentação de dieta/sem sal nunca pode ter o mesmo sabor por razões naturais.
A dieta é essencial para que todos os níveis nutricionais e de saúde estejam estáveis até por indicações médicas.
Com tudo isto, não negamos, por razões também já explicadas, que o processo inicial não foi o melhor, mas neste momento e desde Junho de 2016 existe um reconhecimento genérico da melhoria dos produtos, da melhoria da confeção e num bom produto final.
Tal como já acontece como o uso de legumes frescos, peixe fresco, uso de cereais específicos e temperos, já estão em práticas novas ementas que já incorporam bacalhau e outras iguarias que nem no passado existiam.
No que diz respeito à contratualização com a empresa Gertal, à qual pagamos o serviço, em linha como inúmeros Lares, Escolas e Entidades por este País fora, referir que o pagamento aos colaboradores (cozinheiros e ajudantes) é de sua responsabilidade, através de um contrato- cedência.
Inerente à implementação de um sistema de gestão da qualidade (já em curso desde meados de 2016), existe uma monitorização e avaliação de todas as refeições. Todos os dias existem provas da comida e semanalmente (em dia não designado) a própria Gestora do Sistema também prova a comida. São efetuados registos e quando se verifica algum desvio, o mesmo é analisado e a empresa responsável é questionada. São tomadas as medidas necessárias para corrigir o problema.
Tal como já tivemos (recentemente) eventos designados “a cozinha aberta”, onde convidamos familiares e outros a virem provar as refeições e mesmo a interagirem na cozinha para confecionar os nossos produtos, revelamos uma total transparência mas fundamentalmente pela confiança que temos no resultado final – alimentação.
Ainda que a opinião de todos tenha idêntico valor, vale o que vale, mas no passado dia 16 de Fevereiro de 2016 recebemos um relatório oficial de uma entidade supra a nível nacional que agrega organismos como ASAE, ACT e Segurança Social fruto de uma auditoria e fiscalização exaustiva, escalpelizando tudo ao pormenor, averiguando não só o serviço da cozinha, mas como as instalações, os cuidados com os utentes mas também a vertente financeira, onde o Lar passou com elevada distinção. Relatório esse que pode ser consultado.»

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