Para assinalar o Dia Internacional do Jazz, a Orquestra de Jazz do Algarve (OJA) em parceria com a Câmara Municipal de Silves e a Biblioteca Municipal, irá realizar um Concerto em Duo “PANDUO”, no dia 30 de abril, às 17h.
Será também inaugurada a exposição de fotografia “Jazz on The Move”, que destaca “a diversidade estética e o dinamismo da cena jazzística contemporânea”.
A entrada é livre, sujeita à limitação do espaço.
Este evento integra-se nas celebrações do Dia Internacional do Jazz que a Orquestra de Jazz no Algarve tem estado a realizar em vários locais, nomeadamente Portimão, Faro, Silves e Lagoa, onde terminam, no dia 2 de maio.
Desde 2012 que a OJA tem vindo a integrar esta celebração global, sendo uma das primeiras estruturas em Portugal a fazê-lo de forma continuada. “Ao longo de mais de uma década, esta participação tem-se traduzido numa programação diversificada, descentralizada e acessível, reforçando o papel do jazz enquanto linguagem universal de diálogo, liberdade e criatividade”, destaca.
O Dia Internacional do Jazz, que se assinala anualmente a 30 de abril foi instituído pela UNESCO e é promovido pelo Herbie Hancock Institute of Jazz.
PANDUO é um duo de jazz que explora a essência da improvisação e do diálogo musical em estado puro. Formado por Ricardo Jesus no saxofone alto e Hugo Santos no contrabaixo, o projeto nasce da simplicidade instrumental para criar paisagens sonoras ricas, dinâmicas e profundamente expressivas.
Com apenas dois instrumentos, PANDUO constrói um universo sonoro onde cada nota tem espaço para respirar. O saxofone alto de Ricardo Jesus percorre melodias líricas, texturas livres e momentos de intensa improvisação, enquanto o contrabaixo de Hugo Santos sustenta, desafia e conversa com cada frase, alternando entre pulsação rítmica, harmonia e exploração tímbrica.
Entre a tradição do jazz e a liberdade da improvisação contemporânea, PANDUO transforma o minimalismo do formato em força criativa. O resultado é uma música íntima e imprevisível, onde o diálogo entre saxofone e contrabaixo revela uma cumplicidade musical profunda e uma constante procura por novos caminhos sonoros.
PANDUO não é apenas um encontro de dois músicos — é uma conversa aberta, espontânea e em permanente transformação.








