Os preços das casas para arrendar no Algarve subiram 22,8% em agosto, face ao mesmo mês do ano anterior — a maior subida regional em todo o país. Segundo o índice de preços do idealista, arrendar casa na região tinha um custo de 21,3 euros/m2 no final do mês, tendo em conta o valor mediano.
Dos municípios do Algarve com dados disponíveis em agosto, registaram-se subidas anuais em Portimão (31,1%) e Silves (7,4%). Em sentido contrário, verificaram-se descidas em Tavira (-20,3%), Faro (-6,4%) e Loulé (-5,4%).
Portimão passa a ser o município mais caro, com um preço mediano de 20,5 euros/m2, seguido de Loulé (18,2 euros/m2), Silves (15,8 euros/m2), Faro (15,1 euros/m2) e Tavira (14,2 euros/m2)
A nível nacional, o arrendamento subiu 4,9% no último ano, situando o seu preço em 18,1 euros/m2.
Cidades capitais de distrito e região autónoma
O preço das casas para arrendar aumentou em 9 das 14 capitais de distrito e regiões autónomas analisadas e desceu nas restantes cinco. As maiores subidas anuais registaram-se em Viana do Castelo (32,2%), Aveiro (23,8%), Funchal (11,3%) e Braga (10,7%). Seguem-se Santarém (9,9%), Lisboa (7%), Setúbal (4,8%), Leiria (4,2%) e Évora (2,5%).
Em sentido contrário, as maiores descidas anuais observaram-se em Coimbra (-8,2%), Faro (-6,4%), no Porto (-6,3%) e em Castelo Branco (-1,3%). Viseu manteve-se estável, com uma variação de -0,2%.
Lisboa continua a ser a cidade mais cara para arrendar casa, com um preço mediano de 24,5 euros/m2, seguida do Porto (18,6 euros/m2) e do Funchal (17,3 euros/m2). Logo depois surgem Faro (15,1 euros/m2), Aveiro (14,6 euros/m2), Setúbal (13,9 euros/m2) e Coimbra (12,9 euros/m2). Seguem-se Viana do Castelo (12,5 euros/m2), Ponta Delgada (12,3 euros/m2), Évora (12 euros/m2) e Braga (11 euros/m2).
As capitais mais económicas continuam a ser Castelo Branco (7,2 euros/m2), Viseu (8,1 euros/m2), Leiria (9,4 euros/m2) e Santarém (9,7 euros/m2).
Regiões
Nos últimos 12 meses, os preços das casas para arrendar subiram em seis das sete regiões portuguesas analisadas e desceram apenas no Norte (-6,3%).
As maiores subidas anuais registaram-se no Algarve (22,8%), seguido do Alentejo (11%), da Região Autónoma da Madeira (10,3%) e da Região Autónoma dos Açores (8,8%). Registaram-se ainda subidas na Área Metropolitana de Lisboa (7,6%) e no Centro (4,2%).








