Foi em Paris, na sede oficial da UNESCO que, no dia 27 de abril de 2026, o Geoparque Algarvensis recebeu oficialmente o certificado que reconhece o Geoparque Algarvensis como o Geoparque Mundial da UNESCO.
Este certificado foi entregue aos presidentes dos três municípios que constituem o Geoparque Algarvensis, Luísa Conduto, de Silves, Rui Cristina, de Albufeira, e Telmo Pinto, de Loulé.
Integravam ainda a comitiva os anteriores presidentes Rosa Palma, de Silves e Luís Aleixo, de Loulé que estiveram no início do processo, em 2019, juntamente com o presidente da Câmara de Albufeira José Carlos Rolo, falecido recentemente, e que o conduziram até às anteriores eleições autárquicas.

Esta cerimónia na sede da UNESCO foi um ato simbólico, uma vez que em setembro de 2025, na reunião do Conselho dos Geoparques Mundiais da UNESCO, que decorreu no Chile, foi aceite a candidatura do Geoparque Algarvensis à Rede Mundial de Geoparques.
O reconhecimento da UNESCO é válido até 23 de abril de 2029, pelo que este momento “marca o início de um caminho”. “Uma primeira etapa de muitas, assente num compromisso coletivo de continuar a cumprir os critérios exigentes da Rede Mundial de Geoparques e os valores e princípios da UNESCO”, afirma a Associação Geoparque Algarvensis.
“A integração na Global Geoparks Network representa a entrada numa rede global de territórios que partilham um compromisso comum: valorizar o património da Terra, promover o conhecimento, envolver as populações e contribuir para um desenvolvimento verdadeiramente sustentável.”
À chegada ao aeroporto de Faro, a presidente da autarquia de Silves, Luísa Conduto, que é também a atual presidente da Direção da Associação Geoparque Algarvensis, prestou declarações, dizendo que “já há um ano que esperávamos chegar ao Algarve com a chancela da UNESCO, finalmente é uma realidade”. Para a presidente Luísa Conduto, o importante é “agora todos nós trabalharmos em conjunto para que esta chancela possa representar uma mais valia para o nosso território” e para que daqui a quatro anos essa chancela possa ser revalidada.
Luísa Conduto, destacou ainda o orgulho que os algarvios e em geral os portugueses devem sentir “por termos mais um Geoparque no nosso país” e como isso valoriza o nosso território.








