Em pleno início de mais um novo ano temos à disposição mais 12 meses que, como 2024 é um ano bissexto, se traduzem em 366 dias de novas oportunidades de mudar o que precisa ser mudado, de definir melhor que vida queremos viver.
Para nos ajudar neste reflexão de Ano Novo, permitam-me partilhar uma pequena conversa entre avô e neto:
“-Avô, como se perde a vida?
– A vida é perdida de muitas formas, filho.
Perde-se quando queres viver a vida dos outros e não a tua.
Perde-se criticando os erros dos outros, e não melhorando os teus.
Perde-se quando te lamentas a cada momento por ter fracassado e não procuras soluções para poder triunfar.
Perde-se quando invejas os outros e não te superas a ti mesmo.
Perde-se quando te focas apenas nas coisas negativas e deixas de desfrutar das coisas boas.
A vida não se perde quando paras de respirar, mas quando deixas de ser feliz.
(Autor: J. R. Lobo)
Que este seja um ano em que não se perca da vida. Pense no seu propósito de vida, que legado quer deixar aos seus, à sua comunidade, ao mundo e construa boas memórias. São elas que nos acompanham, que fazem a diferença e perduram para sempre na lembrança de quem nos ama. Os bens materiais ficam.
Comece por definir pequenos objetivos, a curto médio prazo, e a cada concretização, defina novos objetivos, realistas e alcançáveis. O tempo que temos em cada dia é sempre o mesmo, 86400 segundos, não sobram para o dia seguinte, nem podemos ir buscar ao dia seguinte para gastar hoje. Assim, aproveite cada momento, passe do pensamento à ação. Todas as grandes mudanças começam por pequenos passos.
Acredite na sua capacidade de recomeçar.
“A beleza é o que agrada aos olhos, mas é a doçura das ações que encanta a alma.” (Voltaire)
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