“Abril em Silves”, apresenta uma série de espetáculos promovidos pela Câmara Municipal de Silves, nas comemorações do 49º aniversário do 25 de abril, que se estendem de 21 de abril a 6 de maio.
No dia 21 de abril, destaca-se a presença de Paulo de Carvalho, na rubrica Lado B, promovida pela Câmara Municipal. Será às 21h30, no Teatro Mascarenhas Gregório, em Silves.
A entrada tem um custo de 10€ e pode ser adquirida em www.bol.pt e lugares habituais.
No dia 22 de abril haverá a apresentação do projeto Workshop – Liberdade, no Foyer do Teatro Mascarenhas Gregório, às 16h, com entrada livre.
Dia 23 de abril, a Biblioteca Municipal de Silves, comemora o 15º aniversário, às 15h30, com a presença de Alice Neto de Sousa, que apresentará o poema “Março”. Segue-se, pelas 16h, o
Teatro ABC – “25 de Abril, Sempre! História da Revolução dos Cravos”.
No dia 24 de abril, haverá um concerto com João Pedro Pais, às 21h30, frente às Piscinas Municipais. A noite termina, com um espetáculo de fogo de artifício.
No dia 25 de abril, a cidade será acordada pela habitual arruada pela Banda da Sociedade Filarmónica Silvense, a partira das 9h30.
Nos Paços do Concelho, às 10h, terá lugar a Sessão Solene, com a presença dos autarcas eleitos.
Haverá ainda, às 18h, no Teatro Mascarenhas Gregório, a projeção do filme “O jovem Cunhal”, de João Botelho, com João Pedro Vaz, Margarida Vila Nova, Gonçalo Norton e Alexandra Sargento.
No dia 29 de abril, o músico e cantor Benvindo Barros comemora os 35 anos de carreira, com um concerto “Cantar Cabo Verde”, às 21h, no Teatro Mascarenhas Gregório. A entrada é livre,
No dia 6 de maio, também no Teatro Mascarenhas Gregório terá lugar o concerto – Mais alto, às 16h. Promovido pelo teatro Luís de Camões, este concerto com Afonso Cabral, Francisca Cortesão, Inês Sousa, Isabel Martins e Sérgio Nascimento questiona: “A música pode mudar o mundo? O mundo faz mudar a música? Este vai ser um concerto para celebrar o poder da música. Em viagem, pelo tempo e pelo espaço, para descobrir músicas que nos juntaram e que precisámos de cantar (bem alto!) para nos fazermos ouvir.”







