A Santa Casa da Misericórdia de Alcantarilha inaugurou, no dia 19 de novembro, a obra de requalificação e ampliação do edifício onde estão instalados o lar, o centro de dia e o serviço de apoio domiciliário da instituição.
O projeto permitiu aumentar a capacidade das três respostas sociais da misericórdia algarvia, criando 10 novas vagas na Estrutura Residencial para Idosos (ERPI), 19 no Serviço de Apoio Domiciliário (SAD) e 10 no Centro de Dia. O espaço foi igualmente adequado de acordo com a lei em vigor.
Nesta inauguração esteve presente a ministra do Trabalho e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, que classificou esta como “uma obra concreta do que é o serviço à comunidade através da mobilização de esforços de todos” e deixou um “profundo agradecimento a todos os que têm estado na linha da frente ao serviço dos outros”, destacando a “grande capacidade que o sector social tem de se reinventar permanentemente, de não parar e nunca baixar os braços nos momentos mais difíceis”.
Esteve igualmente presente o provedor da Misericórdia de Lisboa, Edmundo Martinho, que frisou que a obra resultou de um “projeto conjunto com a União das Misericórdias” e o Fundo Rainha Dona Leonor. Na cerimónia estiveram ainda presentes o bispo do Algarve, D. Manuel Quintas; o presidente da Comissão Administrativa da Santa Casa de Alcantarilha, João Palma; a vice-presidente da Câmara Municipal de Silves; Luísa Luís, a diretora do Centro Distrital de Faro da Segurança Social, Margarida Flores, e a representante da União das Misericórdias Portuguesas, Patrícia Seromenho.
“Esta “nova” infraestrutura vem reforçar os equipamentos sociais de apoio à terceira idade de instituições sem fins lucrativos, no concelho de Silves. Localidade onde se verificam índices de envelhecimento e de dependência superiores aos da realidade nacional e regional; informa a Santa Casa de Misericórdia.
“A intervenção, no valor total de 1,6 milhões de euros, contou com o apoio máximo do FRDL: 300 mil euros. Esta compreendeu, ainda, a construção de uma nova área com 678 m2, onde foi instalada uma nova cozinha. A remodelação total do espaço, com uma área total de 1024 m2, permitiu a minimização das barreiras arquitetónicas, através do reperfilamento da rampa de acesso, da adaptação das casas de banho para pessoas em situação de dependência e com mobilidade condicionada, da requalificação dos quartos existentes e da substituição dos vãos das janelas por outros com uma maior eficiência térmica.”


