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Falemos sobre CHAKRAS (II)

Patricia Ricardo
Última Atualização: 2019/Dez/Seg
Patricia Ricardo
7 anos atrás
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Falemos sobre CHAKRAS (II)

Continuando a subir pela nossa coluna vertebral, chegamos ao quarto Chakra, denominado Cardíaco ou do Coração, localizado no centro do peito e associado à cor verde. Aqui reside a nossa habilidade de amar e sermos amados, está intrinsecamente ligado ao amor e à compaixão. É o centro do amor e sabedoria nas relações emocionais. Quando equilibrado a alegria e a paz reinam neste Chakra, reflete-se nas ações, gera estabilidade e confiança. Caso contrário, poderá haver dificuldade para amar, ser generoso e seguir suas paixões, o que acarreta instabilidade emocional, sensação de opressão e/ou peso no peito.

O quarto Chakra é o equilíbrio de todos os outros, pois encontra-se no centro da coluna vertebral.

Quinto é o Chakra Laríngeo ou da Garganta. Está conectado com a glândula tiroide e influencia a comunicação, a verbalização e expressão das ideias. Este é representado pela cor azul. As suas palavras chaves são a autoexpressão e a comunicação. Quando está em equilíbrio facilita a comunicação. Ajuda a relacionar e exteriorizar a forma entre o que sentimos e o que pensamos. Percebemos que está em desequilíbrio quando apresentamos problemas na comunicação, geralmente a falta dela, no uso insensato do conhecimento e na falta de discernimento. Neste caso, a pessoa pode falar demais ou dizer mal por querer esconder o que sente. Num outro extremo, pode tender a falar pouco e “engolir sapos”.

O sexto é o Chakra Frontal ou Terceiro Olho. Localizado entre os olhos, representa a nossa capacidade de “ver o todo”, através da mente e da intuição. A dupla função desse chakra faz com que ele seja um dos mais difíceis de manter o equilíbrio, pois o excesso de uma característica leva à falta da outra. Está ligado às glândulas pituitária e hipófise. A cor que o caracteriza é o indigo, uma variação do azul embora tonalidade mais forte e intensa.
Quando equilibrado temos clareza nos pensamentos, foco e a capacidade de tomar boas decisões. É a visão do interior, da aprendizagem e conexão com a nossa consciência.
Quando em desequilíbrio, pode desencadear falta de concentração, medo, timidez, cinismo, tensão, pesadelos, e excesso ou falta de sono. Também é recorrente ter um acumular de pensamentos.

O sétimo Chakra é o Coronário ou da Coroa, a cor predominante é o violeta. Representa nossa ligação com o alto, a energia superior, ao universo. A sua função principal é evoluir, ascender e se aprimorar como ser humano. Percebemos que se encontra em desequilíbrio quando apresentamos falta de inspiração, confusão, tristeza relacionada à falta de esperança, alienação ou hesitação em executar o bem comum. Está ligado à nossa glândula pineal ou epífise cerebral, localizada na parte central do cérebro, no centro da cabeça, que influencia a compreensão de tudo, a sabedoria. Pois, localizado no topo da cabeça, ele representa nossa habilidade de nos conectarmos connosco. Quando equilibrado sentimos conexão com o todo, o universo, confiantes de que o mundo é belo e tudo na vida está funcionando bem. Caso contrário, podemos nos sentir desconectados com o mundo, cheios de ansiedade e medo, insatisfeitos e deprimidos. Sintomas físicos incluem confusão, tontura e depressão.

Nas abordagens efetuadas poder-se-á pensar que se trata de alguma coisa mística, mas de místico não tem nada. Cada parte do nosso corpo tem uma energia diferente e é necessário enriquecê-la e percebe-la. Muito mais há a aprender sobre estes centros tão específicos e particulares que regulam o nosso corpo humano, ou seja, o ser humano. Uma vez que conheça será mais fácil identificar certos bloqueios na vida, quer sejam dores físicas ou objectivos não atingidos, por mínimo que seja faz toda a diferença e dependerá sempre do observador, até para saber como resolver ou onde se dirigir para esclarecer e solucionar.

Desta forma a meditação é das formas mais eficazes de equilíbrio interno, 15 minutos por dia de observação interior, focando cada um dos Chacras aqui descritos. Escutar o que eles dizem, observar como se sentem. Sentir o que se sente.

E que assim Seja!

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PorPatricia Ricardo
Natural de Silves, nascida em 1977. Licenciada em Solicitadoria e Mestre de Reiki, com forte gosto pela Vida, tendo sempre procurado aprender, por iniciativa própria, conhecer intrinsecamente o Ser, esse indivíduo Uno, Universal e Intransmissível. Fascinada pelas Artes, a Criatividade e a Mutação. Através do Reiki aprendeu a conhecer-se naquilo que não é visível, que pode e deve ser trabalhado.
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