Como cuidar de demências é tema de ação em Silves

O Município de Silves, através do seu sector de Ação Social dinamizará uma Ação de Formação intitulada “Demências – Desafios no Cuidar: conhecer melhor, atuar melhor!”.

A atividade terá lugar no dia 13 de novembro, das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h00, no Auditório Municipal.

Destinada a técnicos da rede social, profissionais/técnicos do município e IPSS, profissionais do Serviço de Apoio Domiciliário (SAD) e profissionais de saúde afetos às IPSS, terá como dinamizadora Rosália Fonseca, contando, ainda, com a presença da Coordenadora Regional da Rede Nacional de Cuidados Paliativos da ARS Algarve e Coordenadora da Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativos (ECSCP) do Aces Sotavento, Fátima Teixeira.

Para participarem, os interessados deverão efetuar a sua inscrição no portal da autarquia, em COLOCAR LINK, até ao dia 10 de novembro. A inscrição é gratuita.

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Um Comentário

  1. A árvore representada na foto é a conhecida ’Ginkgo Biloba’, sendo que o segundo elemento, ‘biloba’- criado a partir do gr. ‘lobos’, parte arredondada de um órgão, como o lóbulo da orelha -, se refere ao facto de as suas características folhas, em forma de leque, serem fendidas em dois lóbulos.

    As folhas desta árvore são usadas para fins farmacológicos, dentre os quais, no combate aos radicais livres, pelas suas propriedades antioxidantes.
    Alguns cientistas defendem que preparados das folhas da ‘Ginkgo Biloba’ actuam, positivamente, na revitalização das funções cognitivas, que, como se sabe, se vão perdendo, gradualmente, na evolução da Doença de Alzheimer.
    Esta opinião, porém, não é totalmente pacífica, visto que parte do universo dos investigadores que se dedica a estes estudos, coloca ainda algumas reservas que assim seja, preferindo continuar o habitual percurso da ciência de ‘tentativa / erro’, até posteriores dados mais credíveis.

    Esta árvore é originária da China, mas foi através do Japão que o mundo a ficou a conhecer e não pelos melhores motivos.
    Como resultado dos bombardeamentos das cidades mártires de Hiroshima e Nagasaki, no final da Segunda Guerra Mundial, toda a espécie de vida animal e vegetal ficou, literalmente, destruída e arrasada, num raio bastante amplo, além de que, nessa zona, devido às fortíssimas radiações, nenhum ser vivo pôde medrar, por longos anos.
    Contudo, a despeito dessas condições totalmente adversas à vida, eis que, passado algum tempo, após os bombardeamentos e provando enorme resistência à poluição radioactiva, uma pequena plantinha começou a emergir do chão radioactivo : era uma ‘Ginkgo Biloba’ … que se fez árvore, que os Japoneses instituíram como símbolo da Paz.

    A ‘Ginkgo Biloba’ é uma espécie isolada entre as árvores vivas.
    É a última sobrevivente de um dos ramos das coníferas e têm a sua origem antes do aparecimento dos próprios dinossáurios, que, como se sabe, surgiram, há cerca de 230 milhões de anos.

    A ancestralidade da ‘Ginkgo Biloba’ – e resiliência até à actualidade – é comprovada pelo facto de terem sido encontrados fósseis das suas folhas em rochas do Período Terciário, pelo que são apelidadas de ‘fósseis vivos’.

    Uma vez que se fala em ‘demência’, no título da notícia, presumo que o âmbito do que nela é tratado inclua a Doença de Alzheimer, que acima refiro, pelo que direccionei este comentário nesse sentido.

    Perto do local onde resido, existem várias ‘Ginkgo Biloba’, plantadas, ao longo da via pública, com o perfil característico da sua fronde em forma de pirâmide.

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