O Sindicato Nacional de Proteção Civil dá conta da reunião tida ontem, dia 13 de janeiro, com a presidente da Câmara Municipal de Silves, Luísa Conduto, com o objetivo de alertar “para a grave situação que se vinha a desenvolver no seio da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Silves.”
Segundo o comunicado divulgado pelo Sindicato, o mesmo “deu conta dos diversos problemas laborais que afetam os trabalhadores da associação, bem como do clima de profundo desgaste institucional existente, marcado pela falta de diálogo, conflitos internos e crescente desmotivação dos Bombeiros Voluntários face à atuação da atual direção.”
O Sindicato alertou ainda “que a ausência de soluções e de uma intervenção atempada poderia conduzir a manifestações públicas de descontentamento e a uma rutura grave entre a direção e o corpo de bombeiros, colocando em causa a normalidade do serviço, a coesão interna e, em última instância, a própria continuidade da Associação Humanitária.”
Os acontecimentos recentemente tornados públicos, nomeadamente o protesto dos Bombeiros Voluntários de Silves, com a colocação simbólica de capacetes no chão e a exigência de demissão da direção, “vêm confirmar as preocupações” expressas pelo Sindicato Nacional de Proteção Civil junto do Executivo Municipal.
Perante este cenário, o Sindicato “reitera o apelo para que sejam assumidas, com caráter de urgência, as responsabilidades institucionais necessárias, nomeadamente através do exercício da magistratura de influência da Câmara Municipal de Silves, de forma a promover uma solução que restabeleça o diálogo, a confiança e a estabilidade indispensáveis ao bom funcionamento da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Silves e à salvaguarda do interesse público.”






