Ao utilizar este site, concorda com a nossa politica de privacidadePolitica de Privacidade e Termos e Condições.
Accept
Terra RuivaTerra RuivaTerra Ruiva
  • Concelho
  • Sociedade
    • Ambiente & Ciência
    • Cultura
    • Educação
    • Entrevista
    • História & Património
    • Lazer
    • Política
  • Opinião
  • Vida
  • Economia & Emprego
  • Algarve
  • Desporto
  • Autores
    • António Eugénio
    • António Guerreiro
    • Aurélio Cabrita
    • Carlos Osório
    • Clara Nunes
    • Débora Ganda
    • Eugénio Guerreiro
    • Fabrice Martins
    • Francisco Martins
    • Frederico Mestre
    • Helena Pinto
    • Inês Jóia
    • José Quaresma
    • José Vargas
    • Maria Luísa Anselmo
    • Maria José Encarnação
    • Miguel Braz
    • Paula Bravo
    • Paulo Penisga
    • Patricia Ricardo
    • Ricardo Camacho
    • Rocha de Sousa
    • Rogélio Gomes
    • Sara Lima
    • Susana Amador
    • Teodomiro Neto
    • Tiago Brás
    • Vera Gonçalves
  • Página Aberta
  • AUTÁRQUICAS 2025
    • AUTÁRQUICAS 2021
  • Edições
Reading: 97º Aniversário da Sociedade de Messines, comemora-se com várias atividades
Partilhe
Font ResizerAa
Terra RuivaTerra Ruiva
Font ResizerAa
  • Home
  • Demos
  • Categories
  • Bookmarks
  • More Foxiz
    • Sitemap
Follow US
  • Advertise
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
CulturaSociedade

97º Aniversário da Sociedade de Messines, comemora-se com várias atividades

Terra Ruiva
Última Atualização: 2026/Fev/Seg
Terra Ruiva
5 meses atrás
PARTILHE

A Sociedade de Instrução e Recreio Messinense, fundada a 24 de fevereiro de 1929,  festeja o 97º aniversário, com um programa de atividades.

O programa começa na sexta-feira à noite, dia 27 de fevereiro, com a Tertúlia “O Papel das Associações na Dinamização Cultural das Comunidades Locais”, com a participação da Associação Moce, (Maria Lopes);  Teia d’ Impulsos (Luís Brito);  e Confederação das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto (Tiago Custódio).

No sábado, dia 28 de fevereiro, haverá, pelas 15h, a inauguração da exposição “in natura” de Sofia Mil-Homens e Rita Afonso.

Segue-se pelas 15h30, um concerto com Paulo Pires e Cátia Alhandra.

Pelas 16h30, cantam-se os Parabéns à “menina Sociedade”, com um Bolo de Aniversário.R

À noite, pelas 21h, o Grupo de Teatro Penedo Grande estreia o seu novo trabalho, a peça “O Meu Caso”, de José Régio.

O programa encerra no domingo, com a Caminhada “Juntos pela Natureza”, com início pelas 8h30.

 

 Programa do 97.º Aniversário
Sexta 27/02
21:00 — Tertúlia “O Papel das Associações na dinamização cultural das comunidades locais”

Sábado 28/02
15:00 — Inauguração da exposição “in natura” de Sofia Mil-Homens e Rita Afonso
15:30 — Concerto de Paulo Pires e Cátia Alhandra
16:30 — Bolo de aniversário
21:00 — Teatro: Grupo de Teatro Penedo Grande apresenta “O Meu Caso”, de José Régio

Domingo 01/03
08:30 — Caminhada “Juntos pela Natureza”

Total Views: 0
Aprovada proposta do PS para criação da Carreira Especial de Medicina Dentária no SNS
Ciclo de Teatro ao Ar Livre em Armação de Pêra e São Marcos da Serra
Museu da Cortiça, em Silves, reabriu ao público
PSD saúda as alterações na Linha do Algarve e defende a ligação ao Aeroporto de Faro
FRAP Algarve exige garantias de que nenhum aluno será prejudicado
TAGGED:97º aniversárioAna Rita AfonsoAssociação MoceCátia AlhandraGrupo de Teatro Penedo GrandePaulo PiresSociedade de Instrução e Recreio MessinenseSofia Mil-HomensTeia D'Impulsos
Partilhe este artigo
Facebook Email Print
Artigo Anterior 4ª Corta- Mato ADECT em Tunes
Próximo Artigo Música para bebés e crianças na Biblioteca de Silves
1 comentário
  • José Domingos diz:
    26 de Fevereiro, 2026 às 17:46

    Recordo com certa nostalgia a “Sociedade” do meu tempo, sediada no primeiro andar do prédio de gaveto, entre as Ruas João de Deus e a Sacadura Cabral.
    Permita-se-me que respigue alguns pequenos excertos de um trabalho que eu próprio redigi …

    Era nela que tinha lugar o verdadeiro centro cívico da terra.
    Era nela que, ao início de cada noite, após o dia de trabalho, se reuniam os messinenses para ouvir música, ler, jogar as cartas ou bilhar ou, simplesmente, para confraternizar e trocar ideias.
    Dela guardo, no mais fundo do meu coração, as melhores recordações de infância.
    Nela, na “Sociedade”, se reuniam as verdadeiras forças vivas e produtivas da terra, aquelas que, verdadeiramente, criavam a riqueza, com o esforço do seu trabalho, de que destaco a chamada arraia-miúda, os pequenos comerciantes, artesãos e profissionais das mais variadas artes, assim como democratas de diferentes origens e tendências políticas.

    Recordando a “Sociedade” da minha infância, havia, a meio da sala principal, junto à parede, uma velho e enorme aparelho de rádio, tipo móvel.
    Na sua frente, à volta, em semicírculo, quatro ou cinco cadeirões de braços, fabricados apenas em madeira, baixos, com os assentos oblíquos e reclinados para trás, ofereciam o convite de um bom descanso, enquanto se ouvia música.
    Cada sócio era livre de sintonizar o canal de preferência, sendo que nunca tive conhecimento de disputas, uma vez que se respeitava a opção tomada por outro consócio anterior, aproveitando-se os momentos em que ninguém ouvia a rádio para se fazer a mudança para outra estação, se assim se entendesse.
    Recordo-me que o meu pai costumava sintonizar estações de rádio, do norte de África, visto que apreciava ouvir música de toada árabe.
    Quem sabe se por algum apelo genético …

    Vivia-se o tempo em que Portugal foi, várias vezes, campeão do mundo em hóquei em patins – títulos que repartia com a Espanha e, episodicamente, com a Itália -, sendo frequentes os resultados de quinze ou vinte a zero com que presenteava alguns dos países mais fracos na modalidade, algo que, hoje, já não se verifica …
    A Espanha e a Itália eram as nossas grandes rivais, pelo que, no calendário dos jogos, os encontros envolvendo Portugal, Espanha e Itália eram sempre os últimos, visto que era o seu resultado que decidiria o vencedor.

    Os nossos heróis, verdadeiras lendas do hóquei em patins, eram :

    1 – Emídio Pinto (o melhor guarda-redes do mundo)
    2 – António Raio (defesa, tipo muralha)
    3 – Edgar (defesa, idem)
    4 – Jesus Correia (avançado, um mago sobre os patins)
    5 – Correia dos Santos (capitão da selecção, o melhor avançado do mundo e o grande marcador da equipa nacional)
    Esta era a equipa básica, tendo como suplente Sidónio Serpa, outro exímio jogador.
    José Prazeres era o treinador.

    Recordo-me igualmente dos nomes da temível equipa principal espanhola, formada por patinadores de excelência :
    1 – Zabalía (um guarda-redes de excepção e quase inultrapassável)
    2 – Orpinell (porventura, o melhor defesa do mundo)
    3 – Boronat (defesa excelente)
    4 – Puigbó (avançado brilhante)
    5 – Roca (idem)

    Abaixo, gravação, para quem quiser aceder, de uma emocionante final, entre Portugal e Espanha, nos anos 60, que Portugal venceu por 2 – 1, de um Campeonato Mundial de Hóquei em Patins, no Pavilhão de Desportos do Palácio de Cristal, no Porto (a selecção nacional equipa de camisola branca e vence)
    Final do Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins – RTP Arquivos

    Por norma, no meu tempo de catraio, eram Artur Agostinho ou Amadeu José de Freitas os relatadores dos jogos.
    Quando o nosso país marcava na baliza espanhola, era o delírio.
    Todos, em uníssono, gritavam e saltavam, dando largas à sua alegria.
    Porém, na inversa, sempre que a Espanha marcava, era o silêncio, um silêncio pesado e custoso de suportar.

    Uma outra distracção imperdível, por esses tempos – finais dos anos 40 –, eram os relatos, pela rádio, dos jogos do Campeonato Nacional de Futebol, designadamente entre os eternos rivais Sporting e Benfica.

    Não existiam ainda as famigeradas “SADS”, que vieram corromper o verdadeiro ideal do desporto pelo desporto, trocando-o pelas espúrias negociatas dos milhões …

    Todos os encontros, sem excepção, tinham lugar aos domingos e à mesma hora.
    Nesta modalidade, na equipa do Sporting, pontuavam os imortais e míticos “Cinco Violinos”, o quinteto que formou a mais temida linha avançada de sempre do futebol português, cuja principal característica era o sentido de conjunto, pelo que constituíam uma frente demolidora para qualquer defesa.
    Falar de “Os Cinco Violinos” – Jesus Correia, Vasques, Peyroteo, Travassos e Albano – é falar de magia, talento lendário, futebol-espectáculo, futebol de ataque, golos, muitos golos …
    Eis as habituais formações dos dois principais rivais, desses tempos heróicos:

    SPORTING: Azevedo; Álvaro Cardoso e Manecas; Octávio Barrosa, Canário e Veríssimo; Jesus Correia, Manuel Vasques, Peyroteo, Travassos e Albano.
    Treinador: Robert Kelly

    BENFICA: Pinto Machado; Teixeira e Félix; Jacinto, Moreira e Fernando Ferreira; Espírito Santo, Arsénio, Julio, Baptista e Rogério.
    Treinador: Janos Biri

    Encontrei, certa vez, o Travassos, na Avenida da Igreja, em Lisboa, já um pouco idoso e vestindo um casaco bastante coçado.
    Dirigi-me a ele, na qualidade de um dos grandes ídolos da minha infância.
    Falámos um pouco sobre vários assuntos e, no final, perguntei-lhe :
    “Travassos, você, que deu tantas tardes de glória ao Sporting e o primeiro jogador português a ter a honra de integrar a selecção do Europa, foi, porventura, um dos maiores do futebol português, de todos os tempos, não tem do seu antigo clube nenhum apoio ?”
    Baixou a cabeça e não me respondeu.
    O seu manifesto gesto de desgosto foi significativo, pelo que respeitei o seu silêncio e não insisti.

    Por aqui fica este meu breve apontamento do que constituiu, nos meus tempos de menino, a “Sociedade” para toda a comunidade messinense, algo muito diferente da função que hoje desempenha a sua sucedânea, instalada no nr. 27 da mesma Rua Sacadura Cabral..
    Não pretendo estabelecer aqui qualquer relação de qualidade entre uma e outra.
    Sabemos que os tempos são diferentes, porém, só verdadeiramente sabe aquilatar dessa diferença quem conheceu os funcionamentos de uma e de outra.
    Falo nessa qualidade e, permita-se-me o desabafo, sem qualquer acrimónia, a diferença é abissal …

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Últimas

Município de Silves apoia associações com cerca de 715 mil euros
Concelho
Taça e Festa da Amizade em Messines
Desporto
Campanha “É sempre Algarve” para consolidar a região como um destino durante todo o ano
Algarve
GNR realiza Palestras em Pêra, para informação à população
Concelho
Pulseiras para a Feira Medieval de Silves estão em pré-venda
Concelho

– Publicidade –

Jornal Local do Concelho de Silves.

Links Úteis

  • Notícias
  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica

Publicidade

  • Publicidade & Assinaturas
  • Conteúdo Patrocinado

Info Legal

  • Contactos e Info Legal
  • Termos e Condições
  • Politica de Privacidade

Siga-nos nas Redes Sociais

© Copyright 2025, Todos os Direitos Reservados - Terra Ruiva - Created by Pixart
Ajustes de acessibilidade

Com tecnologia de OneTap

Durante quanto tempo queres ocultar a barra de acessibilidade?
Duração de ocultação da barra
Perfis de acessibilidade
Modo de Deficiência Visual
Melhora os elementos visuais do site
Perfil Seguro para Convulsões
Remove flashes e reduz cores
Modo Amigável para TDAH
Navegação focada, sem distrações
Modo de Cegueira
Reduz distrações, melhora o foco
Modo Seguro para Epilepsia
Escurece cores e para o piscar
Módulos de conteúdo
Tamanho do ícone

Padrão

Altura da linha

Padrão

Módulos de cor
Módulos de orientação
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?