A Procuradora da República na secção do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lagos, acusou um homem de 56 anos de idade, solicitador de profissão, pela prática de um crime de peculato.
Segundo informação divulgada pelo Ministério Público, “a 25 de novembro de 2005, o arguido no exercício de funções de solicitador de execução, deu entrada no Juízo de Execução de Silves de um requerimento executivo, no qual a credora, uma instituição bancária, pedia a um casal de devedores o pagamento de uma quantia superior a 30.000,00€.
No âmbito do processo executivo, o arguido notificou a entidade patronal do executado marido para reter mensalmente do salário do empregado uma quantia superior a 300,00€, a qual deveria depositar numa conta bancária de que o arguido era titular.”
De acordo com a acusação, “entre 31 de dezembro de 2010 e 07 de dezembro de 2018, o arguido recebeu na sobredita conta um valor superior a 34.000,00€, correspondente ao capital em execução, juros de mora e taxas judiciais, o qual embolsou e gastou em proveito próprio.”
A investigação esteve a cargo do Departamento de Investigação Criminal de Portimão da Polícia Judiciária.









