O médico que trabalhava no Centro de Saúde de Silves e o farmacêutico desta cidade, acusados de burla qualificada e falsificação de documentos, foram condenados a penas suspensas.
Segundo adianta o Correio da Manhã, o médico de Albufeira foi condenado pelo Tribunal de Portimão a cinco anos de prisão, com pena suspensa, enquanto o farmacêutico de Silves foi condenando a dois anos de prisão por cumplicidade, ficando também com pena suspensa. Outra farmacêutica foi absolvida por falta de provas.
O tribunal deu como provado que o referido médico passou mais de 300 receitas de medicamentos e exames em nome de utentes do Centro de Saúde de Silves e da Extensão do Algoz, onde trabalhava, sem que estes tivessem conhecimento, assim como de utentes de uma clínica em Albufeira. Os medicamentos eram depois adquiridos pelo médico em farmácias em Silves e na Guia, as quais recebiam as comparticipações pagas pelo Estado, que foi assim lesado em cerca de 20 mil euros.
Estes factos ocorreram entre 1999 e 2001.







