A recente saída de dois médicos que faziam serviço na Extensão do Centro de Saúde de S. Bartolomeu de Messines levou a um protesto da população que se organizou num abaixo-assinado que entretanto já foi dirigido às entidades competentes, no dia 26 de agosto.
No documento, que reuniu cerca de 800 assinaturas, os signatários reclamam o “retorno” dos médicos Maria Amélia Lugan e José Rocha Betancourt, considerados “bons profissionais e atenciosos”.
A saída destes médicos deixou a Extensão de Saúde de Messines praticamente sem profissionais, apenas dois médicos cumprem ali serviço, havendo um grande número de pessoas que se encontram atualmente sem médico de família.
Além de que, segundo dados oficiais do ACES Barlavento, no ano passado, cerca de 35,5 % dos utentes não tinham médico de família, o que obrigava os existentes a prolongarem o seu horário para satisfazerem a procura das “consultas do dia”.
Já em agosto de 2016, a ARS Algarve informou que “foram recentemente colocados 21 médicos de Medicina Geral e Familiar nos Agrupamentos de Centros de Saúde Central e Barlavento, estando atualmente em fase de conclusão o processo de recrutamento de 82 enfermeiros para o Centro Hospitalar do Algarve”. Foi também anunciada a contratação de mais 22 médicos especialistas para serem colocados no Centro Hospitalar do Algarve, de forma a suprir algumas carências de recursos humanos em várias especialidades.








