Ontem â tarde, dia 5 de março, teve início junto à EB 2.3 de Armação de Pêra uma vigília de vários dias, a terminar no dia 8, com vários profissionais da educação acampados junto à escola.
A partir do dia 8, a vigília irá continuar em Silves, no Agrupamento de Escolas de Silves, segundo soube o Terra Ruiva, durante o protesto em Armação de Pêra.
O início da vigília, organizada por “profissionais da educação” do Agrupamento de Escolas Silves Sul, teve lugar pelas 18h de domingo, dia em que se montaram as tendas onde vários passarão as noites, sendo que, pela manhã retomam as suas atividades letivas, cumprindo o horário e os serviços que lhes foram atribuídos.
Segundo o professor Vasco Dantas, que falou ao Terra Ruiva, são 16 os profissionais, professores e auxiliares que irão pernoitar nas tendas à porta da escola, num protesto a que se juntaram alguns pais. Este é um movimento, como disse, feito com o objetivo de “despertar as outras escolas” e a comunidade.
O protesto juntou dezenas de professores e outros profissionais do Agrupamento de Escolas Silves Sul, mas também de outras escolas do concelho e da região, bem como representantes da comunidade, como o presidente da Junta de Freguesia de Armação de Pêra, e vários encarregados de educação.
No protesto, onde não faltou o “caixão” onde jaz a escola pública, foram feitas declarações no sentido de não desistir e apelos à união “A Escola Unida Jamais Será Vencida”, foi uma das frases ouvidas. Estes profissionais irão fazer intervenções em direto para as redes sociais “de modo a difundir a vigília para muitos pontos do país e do resto da Europa e Mundo” para “chamar a atenção para as condições que vivem no seu dia-a-dia enquanto profissionais da educação e o que os esperará no futuro.”








