Reconhecimento

A liderança camarária de maioria CDU no Município de Silves viu o seu trabalho reconhecido pela população do concelho, que lhe deu claro e expressivo apoio nas urnas, renovando pela terceira vez consecutiva o mandato autárquico.
Pese os valores da abstenção, lamentavelmente, elevados, que carece ser firmemente combatida, o eleitorado foi perentório na valorização da obra feita e da intensa atividade realizada pela autarquia silvense em todas as freguesias, durante os últimos quatro anos.

É uma evidência que o volumoso investimento promovido pelo Município, que não aliviou com a situação pandémica, transversal às diferentes áreas da intervenção autárquica, que dão resposta aos problemas reais da população, alguns de natureza estruturante, das questões básicas à problemática do desenvolvimento local, preservando ao mesmo tempo, finanças públicas equilibradas e saudáveis – é a chave que tudo diferencia em tempo de escolhas autárquicas.

Prometer ou lançar propostas fantasiosas é fácil. Outra coisa é possuir estratégia e rumo já trabalhados e delineados, revelar competência e capacidade para construir, fazendo e transformando a realidade em prol do desenvolvimento do concelho. Ou seja, passar da teoria à prática.

Nas opções do eleitorado, provavelmente, terá pesado o facto de se aproximar um período onde é absolutamente indispensável, experiência e adequados níveis de competência para aceder ao enorme volume de fundos comunitários (“bazuca” e novo Quadro Comunitário) e concretizar projetos fundamentais para o desenvolvimento sustentável do concelho de Silves.

A meu ver, a população também terá valorizado o modo sério, positivo e sereno, com que a candidatura CDU se bateu em defesa dos seus projetos, realizações e propostas, ignorando as campanhas negras e a maledicência que invadiu as redes sociais sob o impulso de alguns diretórios partidários, que resistem a aprender com a vida e os resultados. Rejeitando o caminho do vale tudo e demonstrando que na política, pelo menos na nossa política local – de grande proximidade às pessoas e às comunidades, onde todo o mundo se conhece -, é possível esclarecer, convencer e vencer, mantendo a identidade e a autenticidade dos candidatos, interagindo com os cidadãos com base na verdade, no compromisso e na ética, não divergindo dos comportamentos em períodos não-eleitorais. Na política, na família ou na profissão, exige-se ao indivíduo coerência e constância na sua personalidade, afastando posturas oportunistas de “camaleão”. É esta práxis que aproxima os governados dos governantes, enriquece a Democracia e cria condições objetivas para o reforço da confiança na “classe política” e para a redução dos níveis de abstenção.

Em suma o povo foi mais uma vez prudente e sábio nas escolhas. Do novo executivo camarário espera-se ligação estreita aos munícipes, dialogando e sabendo ouvir, a manutenção de elevados níveis de exigência, ambição e inovação nas políticas autárquicas, ultrapassando dificuldades e correspondendo às expetativas da população.

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