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Arquivos Tags: Teodomiro Neto

Homenagem a Teodomiro Neto com descerramento de placa toponímica

A Junta de Freguesia de São Bartolomeu de Messines promove uma homenagem ao Prof. Dr. Teodomiro Neto, com o descerramento de uma placa toponímica. A cerimónia terá lugar no dia 15 de junho, a partir das 16h, junto à placa toponímica que se encontra na Urbanização Farinha, junto ao quartel dos Bombeiros Voluntários de Messines. O programa inclui um momento musical com a violinista Tetiana Pirgo e uma breve alocução sobre o homenageado, por Samuel Mendonça, diretor do jornal Folha de Domingo. A encerrar, o Grupo de Teatro Penedo Grande fará uma leitura de textos de Teodomiro Neto. Natural de …

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Memórias Breves (16) – União Europeia – Quo Vadis?

Início de Fevereiro, um Grupo de estudiosos reuniu-se em Paris para debater a EUROPA. Foi um encontro académico de homens e mulheres retirados, mas atualizados. Foi uma reunião de sentidos, de atualização. Trocadas opiniões sobre o “Brexit” inglês, sobre comportamentos de interesses e sentidos políticos. Essas dúvidas do sim e do não que se debatem em Londres, como em todos os “divórcios”. É certo que os britânicos devem assumir as consequências da separação. A União Europeia deve ser uma balança fiel a todos os seus membros. O sismo que tem abalado a Europa tem várias leituras políticas, veio para provocar …

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Memórias Breves (15) – João de Deus na História da Imprensa

JOÃO DE DEUS NA HISTÓRIA DA IMPRENSA O ALGARVE inaugurou, em fim de 2018, uma Exposição: “Da Arquitypographia à Industrialização da Imprensa”. Fisicamente a Exposição encontra-se num espaço (antiga capela) do palácio Episcopal de Faro, Rua do Município, cedido pela Diocese do Algarve. Como sabemos o primeiro livro impresso em Portugal, na villa de Faro, a 30 de Junho/1487, de título “Pentateuco”, fará, em Março deste ano, 532 anos. Há promessas de ser esta exposição o “arranque” para o desejado e merecido Museu da Imprensa, em Faro. José Pacheco, um homem audacioso vem com quatro volumes, num total de 1724 …

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Memórias Breves (14) – “Les Misérables”

Iniciei a minha leitura desta obra universal que o escritor francês, Victor Hugo publicou, a 3 de Abril de 1862. Eu era um garoto que havia feito o meu exame, na época, dito de 4.ª classe, quando o meu avô-padrinho me levou à leitura desse admirável romance. Lembro: “Vem cá. Já sabes ler. Já és um “homem”. Dito numa alegria. Fomos ao lugar de guardar o que não deveria estar à vista: num baú, cerrado, estava a sua “biblioteca” coberta de roupa. Retirou um grosso livro. Levou-me para uma pequena divisão a que se dizia ser “sala”. Eu olhei o …

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Memórias breves (14) – Os coletes Jaune e Amarelo

Os coletes Jaune e Amarelo A Europa está turbulenta. Em França chegaram les gilets Jaunes; em Portugal, os coletes amarelos. O populismo avança nesse inebriante poder. Os gauleses vieram num pedido de valorização ao trabalho, segundo afirma o sociólogo da Universidade de Lille, Vann le Lann, especialista do Trabalho e coordenador no inquérito colectivo, entre outros professores de investigação, que analisaram os movimentos, em Paris e em todo o território dos “Gilets Jaunes”. O sociólogo de Lille estima que a identidade do movimento, está centralizada sobre o reconhecimento do trabalho. No conjunto, afirmam os sociólogos, este tornou-se um assunto pessoal, …

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Memórias Breves (13) – A cidade das minas

ERA véspera de Natal quando desembarquei na gare do primeiro comboio que se iniciara em França, a gare de Chateaucreaux, na capital de La Loire. Caía um nevão, naquela noite, que me reteve no imóvel centenário de tijoleira vermelha, nesse respeito do tempo histórico. Aguardei por um táxi. Mas nada se movimentava nessa noite de 24 de dezembro. Um funcionário conduziu-me a uma pequena sala de espera onde mais três passageiros  se encontravam, aguardando. Certamente, numa cidade como Paris, tal amabilidade não viria ter comigo. Eu e os outros passageiros ficamos aguardando que o nevão passasse. Éramos todos jovens e …

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Memórias: O Natal de Alcibíades

Memórias: Nestes dias de Natal recuperamos as memórias do nosso colaborador Teodomiro Neto, neste relato de um Natal da sua infância, há várias décadas atrás, quando a menina Sanita quis organizar um presépio vivo com os alunos da escola primária de Messines. (Este texto foi publicado na edição nº 85, de dezembro de 2007)   O NATAL de ALCIBÍADES   O NATAL é o tempo das nossas maiores recordações da infância e o Alcibíades veio, assim, numa memória de há muitas décadas. Portanto só há que passar as palavras do tempo pretérito no presente dos Leitores … Foi no meu …

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Memórias breves (12) – Silves num contexto cultural, político e religioso

Em Março de 2017 publicara em “TERRA RUIVA”, um estudo histórico, político/religioso sobre o bispo designado para o ”reino do Algarve”, em 1333, de nome Álvaro Pais. Um natural da Galiza, bispo indicado por Afonso XI de Castela, e dedicado a esse reino. Como sabemos, as intenções dos reis de Castela, do X ao XI, as  suas pretensões foram numa constância da posse e domínio do Algarve. Se é certo que o papa Inocêncio IV, em 1245, pelo Concílio de  Lyon (França), negociou com  Afonso, futuro III de Portugal, que se tornaria no conquistador do Algarve (1249) numa exigência em …

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Memórias Breves (11) “Viver África em tempo de guerra”

“Viver África em tempo de guerra” ´ ADÉRITO FERNANDES VAZ, para além de jurista do CENTRO Regional de Saúde do Algarve, enquanto no activo, nunca abandonou, em jornalismo, os acontecimentos, fazendo parte da “família” jornalística algarvia. Ainda a publicação em edições de temática histórica regional. Vários livros publicados. No seu penúltimo livro editado em 2017, traz uma memória de guerra por Moçambique. Assim foi o tempo moroso, em plena selva daquela antiga colónia africana, gerida pelos governos, antes do 25 de Abril. Sempre trocámos livros, conteúdos históricos, e este viver em África em tempo de guerra tocou-me. É essa memória …

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Memórias Breves (10) Agosto de Má Memória

AGOSTO DE MÁ  MEMÓRIA =  Apontamentos diversos em que Monchique esteve no cerne dos acontecimentos graves e que  perdurar-se- ão nas nossas memórias pelas tragédias cometidas, que só há ambição e mais ambição, nas palavras do pastor da serra de  Monchique, José Casimiro Duarte, em que : A ganância deu cabo da nossa serra! Que voz é essa da razão. A que se juntaram outras vozes e alguns silêncios, a ministra da agricultura, do anterior governo, nessa determinação em autorizar, plenamente, a plantação desse fósforo, chamado eucalipto.  Hoje penso, nessa vontade e continuidade do lucro rápido e das mortes concretas …

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