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História & Património

Dr. Carlos Alberto Lucas da Lança Falcão – o presidente Falcão

Dr. Carlos Alberto Lucas da Lança Falcão – o presidente Falcão Nasceu em Coimbra a 04/11/1919, filho de pai odemirense, José Maria Lança Falcão e de mãe coimbrã, Maria Guilhermina Lucas, aquele que viria a ocupar um dos mais profícuos mandatos à frente dos destinos da Câmara Municipal de Silves, durante o Estado Novo. Um quinquénio, entre 1955 e 1960, marcado pela concretização/conclusão de várias obras estruturantes na cidade e no concelho. A sua relação com Silves foi, no entanto, casual. Tal como o pai, licenciou-se em Direito, curso que concluiu em 1942, vindo a tornar-se posteriormente conservador do registo …

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Dia Nacional dos Centros Históricos é comemorado em Silves

O Dia Nacional dos Centros Históricos, a 28 de março, é comemorado em Silves com uma série de atividades. Logo pela manhã, e até ao final do dia, várias figuras históricas como o rei D. Sancho, a rainha D. Leonor, ou o Bispo D. Jerónimo Osório vão estar pelos monumentos da cidade, acompanhando os visitantes. Pelas 10h, no Largo da Sé, haverá uma ação criativa “Pincelando a Velha Cidade”, enquanto um pouco mais tarde, às 11h, decorre um recital de guitarra, por Juan Camacho León, no mesmo espaço. Às 17h, terá lugar a Inauguração do Pavimento associado à Porte da …

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Projeto Arte do Latoeiro procura, em Messines, a memória

Está a ser dada continuidade ao projeto “A Arte do Latoeiro – Dar Vida à Tradição”, com a recolha de memórias de habitantes da Vila de Messines, “Nesta segunda fase foi incluída uma iniciativa de design social que visa recolher memórias e experiências relacionadas com a latoaria na comunidade de S. B. Messines e tem como finalidade o desenvolvimento de um projeto de design social nos espaços exteriores e públicos da vila.”  Para tal estão a ser feitas entrevistas e questionários sendo que as entrevistas serão feitas localmente a pessoas identificadas como “informantes-chave”. Os inquéritos são disponibilizados on-line e em papel, …

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45º Aniversário da elevação de S. Bartolomeu de Messines a categoria de Vila

Em Silves, no edifício da Câmara, encontra-se patente, até ao final do mês de março, a Exposição do Arquivo Municipal com o tema “ 45º aniversário da elevação de S. Bartolomeu de Messines a categoria de vila ”. A exposição é acompanhada de imagens e documentos. O Terra Ruiva colabora com esta iniciativa do Arquivo Municipal publicando uma versão resumida do texto da exposição. A versão integral está disponível aqui: Exposição_DM_Março_2018     45º Aniversário da elevação de S. Bartolomeu de Messines a categoria de vila A 7 de março assinala-se o 45º aniversário da elevação da aldeia de S. Bartolomeu …

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Obras na Capela da Fortaleza em Armação de Pêra

Estão a decorrer obras de restauro e conservação da Ermida de Santo António das Areias, também conhecida por Ermida de Nossa Senhora dos Aflitos, situada na Fortaleza de Armação de Pêra. Segundo a Junta de Freguesia de Armação de Pêra, as obras, que tiveram início no dia 5 de fevereiro, resultam de um trabalho de “grande complexidade e extremamente burocrático” desenvolvido durante quatro anos, pela Junta de Freguesia, em articulação com a Fábrica da Igreja e o apoio da Câmara Municipal de Silves. A obra, que tem um prazo previsto de três meses para a sua conclusão, irá custar perto …

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Memórias Breves (5) – João de Deus = Victor Hugo

JOÃO DE DEUS: Visão futurista do ensino. Um protector dos mais pequenos em tempos complexos. VICTOR HUGO: Um Homem de todos os tempos. Um génio visionário. A voz de todos os desvalidos. Nomes ligados à cultura europeia e de destinos paralelos. Ambos viveram o século XIX, por inteiro, na intensidade do tempo de grandes transformações na pedagogia, na literatura, nas artes, nas ideias, na ciência, nas transformações ideológicas. Ambos repousam por Lisboa e Paris, nos respetivos Panteões. Mas por que trago nesta afinidade dois europeus inesquecíveis? É que ambos marcaram os Tempos! Victor Hugo, pela dimensão universal da cultura francesa. …

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Sociedade de Instrução e Recreio Messinense comemorou o 89º aniversário

No dia 24 de Fevereiro de 2018, a Sociedade de Instrução e Recreio Messinense comemorou o seu 89º aniversário. A festa teve início com uma breve intervenção da presidente da Direção, Paula Bravo, que recordou o significado do lema ”Instrução e Recreio” e apelou à participação de todos os sócios na vida da coletividade. A segunda intervenção foi da presidente da Câmara Municipal de Silves, Rosa Palma, que destacou a importância das associações e das coletividades na vida das comunidades e deu os parabéns à Sociedade. Pedro Mascarenhas falou um pouco sobre a sua exposição de fotografia que neste dia …

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S.B. Messines foi elevada à categoria de Vila há 45 anos, Um breve olhar sobre as tentativas de emancipação da aldeia

A 7 de março de 1973 os messinenses rejubilaram com a publicação do decreto que elevava a aldeia a vila. Ainda assim um regozijo embaçado, pela não promoção simultânea a sede de concelho. A freguesia, depois da elevação de Monchique e Lagoa a municípios, em 1773, até então pertencentes ao termo de Silves, tornou-se na segunda mais importante do concelho, e em várias épocas mesmo a mais relevante. O bairrismo messinense está no sangue das sucessivas gerações e não raras vezes, ou melhor, sempre que se consideram lesados nos seus interesses, opuseram-se à edilidade silvense, por exemplo em 1825, aquando …

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Memórias Breves (4)

JOSÉ VITORIANO, O ENCONTRO = Estávamos em 1978. Havia iniciado um “DOSSIER UNIVERSIDADE DO ALGARVE”, desde 3 de Junho de 1977. Debatia-se, na Assembleia da República, a criação dos Estudos Superiores para o Algarve. Decisão polémica que se transformou em capricho político. Assim sendo, cria-se uma dificuldade de unanimidade exigida. Publiquei estudos sobre a utilidade desse “instrumento“ do ensino superior, tão pedido, pelos séculos, desde a visita real de D. Dinis, a Faro, ao Filipe ocupante, sem resultados positivos. Para o Algarve, a universidade seria um “desperdício”, na apreciação de alguns senhores “superiores”. Mas há Homens que afirmavam a necessidade …

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A morte de porco, No reviver de uma tradição

Amanheceu muito frio, apesar disso o sol teimou em brilhar e fez-se mais um dia seco do Inverno algarvio a que nos temos vindo a acostumar. Ouvem-se galos a esparso, uns latidos secos, por entre as copas das alfarrobeiras centenárias até o vento está agitado. Os homens vão-se chegando, esfregam as mãos à volta do lume aceso para o tacho das carnes e partilham um copinho. Vai de mão em mão, de boca em boca, ora cheio ora vazio. Os humores são escassos, a manhã está fria, estão a guardar a “genica”… Engolem o café da chocolateira e o biscoito …

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