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Maria José Grade Encarnação

Natural de Silves, nascida em 1965. Licenciada em Administração e Gestão de Empresas. Membro da Ordem dos Economistas, faz parte dos órgãos regionais. Foi docente da Universidade do Algarve, é atualmente administradora numa empresa do ramo automóvel. Foi membro e presidente da Assembleia Municipal de Silves ( eleita pelo PSD).

Ano de eleições

Escrevo-vos já na madrugada do 25 de Abril onde, há 43 anos, este país se ergueu em nome da liberdade de todos. Esse dia garantiu que a nossa opinião conta, que a censura terminara e que, hoje, possa expressar, livremente, a minha opinião sabendo que serei lida, independentemente, de concordarem comigo ou não. Este é um dia que importa a todos! Porém, não é sobre o 25 de Abril que me debruçarei neste texto, mas sim sobre algo que este dia nos trouxe. Como seria de esperar, em Abril de 2017, as eleições autárquicas no nosso Concelho já mexem. Já …

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Caras

Nem sempre temos o tempo que contamos para nos dedicarmos ao que, efectivamente, gostamos e este mês, o tempo que dedico para partilhar convosco um dado assunto, foi bastante acanhado. Mas, entre alguns afazeres, consegui arranjá-lo o que, em si mesmo, não foi mau pois este fim de mês foi fértil em assuntos. De todas as notícias/assuntos que surgiram, um trouxe-me alguma inquietação. Na verdade, a nossa dependência do turismo e, sobretudo, do britânico, deixam-me com alguma preocupação. Falo, como será óbvio, do Brexit accionado no decurso desta última semana de Março. Na verdade, a novidade deste assunto é assustadora. …

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Normalidades

O final do mês de Janeiro veio trazer uma inesperada normalidade à política concelhia. De facto, um dos elementos que este ano de 2017 deveria trazer, para lá de uma oposição mais desperta e presente, seria um executivo mais feérico dos seus feitos (grandes ou pequenos). Refiro-me, como não podia deixar de ser, ao boletim municipal que veio à estampa neste final de Janeiro e foi, amplamente, divulgado em Fevereiro. Claro está, que este assunto não é novo, uma vez que este é o segundo boletim que o executivo silvense publica e é uma “tradição” de todos os executivos: no …

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Um mês agitado

Creio que Janeiro nos trouxe dois assuntos verdadeiramente incontornáveis: Donald Trump e a votação da TSU. De Donald Trump poderíamos dizer que é um político que cumpre o que promete e fá-lo de uma forma muito rápida (não sei se eficaz). O que, dito desta maneira, até nem parece mal. Porém, quando vamos ao conteúdo daquilo que cumpre deixa-nos um calafrio terrível que nos recorda tempos passados. De facto Trump cumpre, mas o resultado desse cumprimento redunda num atroz atavismo que faz ressurgir os nossos piores receios enquanto sociedade. O completo encerrar-se ao outro, o começar a olhar apenas para …

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Desafios

Sempre que chegamos a este momento das nossas vidas somos confrontados com uma série de balanços sobre o ano que finda (no meu caso, em virtude da minha profissão, serão mais balancetes que balanços, mas adiante). Os meios de comunicação social bombardeiam-nos com uma série de recolecções sobre os grandes temas que atravessaram 2016: alegrias (tivemos algumas); catástrofes (que, graças a Deus, não nos bateram à porta), atentados terroristas (que andaram perto, mas ainda longe), falecimentos (e este ano foram alguns de peso) e factos políticos (onde o mundo foi bastante fértil); e todos nós somos levados a olhar para …

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Continuidades

Chegados ao final de cada mês, fico sempre com a dúvida sobre o que irei escrever. Ao faze-lo procuro ter uma perspectiva de alerta, e chamada de atenção para aspectos da nossa vida que, no meu, entender possam estar menos bem. Creio que um consciente exercício de uma cidadania activa impõe que façamos estas chamadas de atenção, não pela crítica pela crítica, mas antes como cidadã que não desiste da sua “cidade”. Assim, cheguei a este fim-de-semana chuvoso e frio, bom para ficarmos em casa a pensar. E neste sereno afã, dei comigo a pensar no “fim-de-semana com sabor a …

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524 anos

Decorreu há poucos dias, um dos eventos mais tradicionais de Silves: A Feira de Todos os Santos, ou somente a “Feira”. Desde 1492, conforme nota do Município de Silves, que se realiza este evento na cidade de Silves. À data, por via de um privilégio real, Silves viu reconhecido o direito de fazer uma Feira e, consequentemente, ganhou novo impulso na sua economia. Passando por várias espaços, desde a “cerca da feira”, à zona ribeirinha, até ao lugar onde agora se encontra, para ficarmos apenas até ao século XX, a Feira sempre despertou os mais acesos debates quanto à sua …

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Homenagens

Dei conta que, no passado dia 3 de Setembro, por ocasião do feriado municipal a Sra. Presidente da Câmara Municipal de Silves, Dra. Rosa Palma, e restante executivo municipal além de um reconhecimento público a todos os atletas que foram medalhados, efectuou uma homenagem a algumas pessoas do Concelho. Creio que os bons exemplos são sempre de salientar. Pessoas que, sem esperar nada em troca, dão de si para que todos vivam melhor é um gesto que importa destacar, seja pelo justo reconhecimento que essas pessoas merecem, seja como forma de inspirar outras a fazerem o mesmo. Associar a homenagem …

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E assim passou mais um verão

O final de Agosto traz-me uma nítida sensação de nostalgia de fim de festa. Nós que moramos no Algarve, que vimos esta região sobrelotada durante todo o mês, com o fim de Agosto, somos confrontados com um Algarve menos povoado e menos “alegre” pois que, tudo o que havia para ser feito, em termos de animação, parece que se esgotou com términos de Agosto. Digo isto com alguma mágoa, pois que, de um mês para o outro, tudo o que era eventos termina como um passe de magia. Silves, não é excepção, o final da Feira Medieval, assinala de forma …

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Social

Com a tomada de posse deste executivo, sempre pensei que uma das áreas que fosse privilegiada seria a acção social. Para mim, este seria um tema caro ao partido, ou coligação de partidos, que sustentou a eleição da Dr.ª Rosa Palma, pelo que sempre admiti que esta temática iria ter um enquadramento especial. Acreditei que seria apresentada uma sólida política social, que desenvolvesse uma estratégia que fundamentasse acções específicas para quem tem especiais fragilidades socioeconómicas e se encontrasse, de alguma forma, em agregados deprimidos. Pensei que, como área privilegiada, iriamos ter passos concretos para a construção de uma política de …

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