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José Manuel Vargas

Natural de Lisboa, nascido em 1948. Tem ascendência materna e paterna ligada às freguesias de S. Bartolomeu de Messines e S. Marcos da Serra. Professor do Ensino Secundário ( aposentado), é investigador de história local e regional, com várias obras publicadas.

Alguns documentos para a história do Algoz

Antes do século XVI, quando foi criada a freguesia do Algoz, são muito raros os documentos escritos que nos permitam conhecer a história da povoação nos seus primórdios.   Na ausência dessa documentação, tem-se recorrido a outras fontes (arqueológicas, toponímicas, tradicionais) para esboçar, por vezes de forma fantasiosa, um quadro explicativo das origens e evolução do Algoz. Assim, continuam a divulgar-se, como certezas históricas, imaginativas teorias sobre um hipotético solar dos Tenreiros, ou outras conjecturas vagamente sustentadas. Entretanto, nos últimos anos, têm sido conhecidos e divulgados alguns documentos que poderão, a par da investigação arqueológica, sobretudo, lançar nova luz sobre …

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A antiga casa da Câmara de Silves

Antes da construção do edifício dos Paços do Concelho de Silves, em finais do século XIX, a sede do poder municipal estava instalada no torreão medieval das portas da cidade que chegou quase intacto aos nossos dias e onde, até há poucos anos, funcionava a biblioteca municipal. A primeira notícia conhecida sobre a utilização da velha torre para as reuniões do concelho data do séc. XIV e diz respeito a uma assembleia realizada em 13 de Julho de 1383 para nomear os procuradores de Silves às Cortes de Santarém: “Saibam quantos esta carta virem que nós Gil Gonçalves e Vasco …

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O Pelourinho de Silves

Reconstruído há cerca de 20 anos, o pelourinho de Silves é hoje um monumento tão familiar aos visitantes da velha capital do reino do Algarve que poucos se darão conta de que aquele símbolo da autonomia e jurisdição municipal pouco tem a ver com o pelourinho demolido em 1878 e quase nada com um presumível pelourinho manuelino que deve ter sido levantado depois da atribuição do foral de 1504. A descrição mais antiga que se conhece do pelourinho de Silves foi escrita por Pedro P. M. Júdice, em 1911, na sua obra “Atravez de Silves, I Parte: Sé, Castello, Cruz …

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