Helena Pinto

Psicóloga Clínica e Psicoterapeuta Formadora da Ordem dos Psicólogos Portugueses (Situação profissional dos Psicólogos; Ética e Deontologia, Intervenção em Situação de Emergência e catástrofe) e Membro do Conselho de Representantes da Ordem dos Psicólogos Portugueses. Consultora da área da Gestão de Carreira

Cuidador de corações

A nossa tarefa não é procurar amor, mas meramente procurar e encontrar dentro de você mesmo todas as barreiras que construiu contra ele. – RUMI Todos nós construímos barreiras, para nos protegermos da realidade que nos rodeia, criando, muitas vezes, uma falsa sensação de segurança. Esta estratégia, nem sempre consciente, impede na maior parte das situações de viver vidas mais plenas e de cuidar verdadeiramente do próprio e do outro, e de verdadeiramente amar e deixar ser amado. Quando nos tornamos conscientes das nossas dificuldades e respondemos a nós mesmos com compaixão, gentileza e apoio nos momentos de dificuldade, aprendemos …

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Educar para a Vida!

Iniciámos mais um novo ano escolar, com expetativa positiva para uns, com receios antigos para outros. Professores e alunos reúnem-se, agora com a possibilidade de numa relação mais próxima construírem novas formas de estar. A construção de uma relação saudável entre professores e alunos, entre alunos, entre professores, entre pais, e entre todos estes e a instituição que os une, é responsabilidade de todos. Não podemos continuar a atirar para as costas uns dos outros a responsabilidade de uma vivência potenciadora das aprendizagens e do crescimento dos nossos jovens. O respeito pelo outro e pela função que desempenha é um …

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A canção da identidade

Após uma pequena pausa, num verão ainda algo atribulado, estamos de regresso para mais um ano “letivo” de Terra Ruiva. Para muitos alunos e professores reinicia-se mais um ciclo de aprendizagens e ensinamentos. Contudo, as aprendizagens não se fazem apenas nas salas de aula, elas estão presentes em cada forma diferente de ver o mundo e enfrentar os desafios que a vida coloca. Um olhar a vida, bem diferente e pleno de ensinamentos, como qual todos podemos aprender é o da Tribo Himba da Namíbia, na Africa Austral. Na tribo Himba, a data de nascimento de uma criança é fixada, …

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Já encontrou o seu Ikigai?

O que é afinal o Ikigai? Ken Mogi – neurocientista japonês – autor do livro “Ikigai: Os cinco passos para encontrar seu propósito de vida e ser mais feliz”, explica-nos que “É o motivo que o faz acordar todos os dias… Ikigai é a sua razão de viver “. O conceito vem de Okinawa, grupo de ilhas ao sul do Japão, conhecida como a “Terra dos Imortais”, com uma população de centenários bem acima da expectativa de vida média, mesmo para os padrões japoneses. Muitos acreditam que o Ikigai é o segredo da sua longevidade. As pessoas dessa região do …

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Educar com Respeito e para o Respeito

Este mês fomos mais uma vez surpreeendidos, ou não, por notícias de agressão, mais conhecido por bulling, entre colegas. Mais uma vez, e contrariando todos os princípios base de educação se expuseram estas crianças nas redes sociais e nos media, sem qualquer pudor, sem se pensar como isso as poderia afetar. O que foi feito na escola destas crianças? O que foi feito com estas crianças e suas famílias? Expor, castigar pura e simplesmente, não resolve o problema de base, que está na educação, nos valores, nos modelos com que estas crianças crescem. Quando falo de modelos, não falo só …

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Pandemia, Teletrabalho e Saúde Mental

Maio é mês de celebrar o trabalho. Mais uma vez esta é uma festa em contexto de pandemia. Comemoramos o Dia do Trabalhador, a importância do trabalho para o desenvolvimento das sociedades, mas também do respeito pelos direitos e deveres de quem produz, nas suas diferentes áreas de responsabilidade. O equilíbrio entre a vida pessoal e profissional nem sempre é fácil, mas é imprescindível para que as duas de complementem. O trabalho faz-se com pessoas; pessoas equilibradas e felizes, respeitadas e valorizadas, geram profissionais de excelência, que completam e se completam. A pandemia veio acelerar alguns males de nosso tempo. …

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Maioridade

O nosso Terra Ruiva comemora este mês 21 anos. Esta era, antigamente, a idade em que se atingia a maioridade, e o nosso Jornal também é já Maior. Maior na partilha de saberes, conhecimentos, opiniões. Maior na sua especificidade e na forma como integra os contributos e preocupações sobre o território e as gentes do seu concelho. Num espírito de cidadania ativa, assim se construiu, ao longo de 21 anos, um jornal de referência no panorama da imprensa regional e nacional, prestando um serviço fundamental aos cidadãos. Cada colaborador dá um pouco de si, para um objetivo comum de manter …

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Mulher

Março é mês de celebrarmos a Mulher. É mês de relembrar o papel da mulher na sociedade, um papel em parceria com o homem, lado a lado, iguais nos direitos, diferentes na sua essência, por isso complementares. Relembrar a razão por que se comemora o Dia da Mulher nunca é de mais. Infelizmente, a forma como este dia é maioritariamente comemorado, remete-nos pouco para as razões da sua criação. É fundamental que as mulheres ensinem aos seus filhos, que a luta pela igualdade de direitos, tem sido árdua e passa fundamentalmente pela mudança de mentalidades, passa pela educação das novas …

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Pela Saúde Mental!

Num tempo de grandes incertezas e instabilidade, que se reflete em diferentes aspetos da vida pessoal e coletiva, a preservação da saúde mental é fundamental. O papel do psicólogo e dos profissionais ligados à área da saúde mental em geral tem de ser considerado uma prioridade, pois as sequelas deste tempo de pandemia irão refletir-se muito para lá deste tempo presente. As fragilidades já pré-existentes estão a vir ao de cima, novos desafios e adversidades se atravessam no caminho de cada individuo. Ajudar as pessoas a superar as adversidades, a encontrar novas respostas, aceitarem e lidarem com o turbilhão de …

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O melhor presente de Natal

O Natal está aí mesmo a chegar. Este ano com muitas interrogações, tendo em atenção as restrições em vigor e o seu eventual prolongamento para a época natalícia. A normal agitação das famílias está numa espécie de standby. Contudo, apesar das incertezas face às limitações de circulação, não deixemos em standby os afetos e sua expressão de forma aberta e espontânea. Valorizemos cada momento de partilha, cada simples gesto, pois no final das contas é isso que fica na memória de cada um e que nos conforta nos momentos difíceis ou em que nos sentimos mais sozinhos. O espírito de …

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