Buscas na Barragem do Arade, relacionadas com o desaparecimento de Maddie McCann

Estão a decorrer buscas na Barragem do Arade, na freguesia de Silves, relacionadas com o desaparecimento de Madeleine McCann.

Ao que se sabe, esta diligência foi solicitada pelas autoridades alemãs que também estão a acompanhar as buscas, juntamente com autoridades inglesas e a Polícia Judiciária, com base no conhecimento que este era um local frequentado na altura por Christian Brueckner.

Este, recorde-se é agora o principal suspeito no caso do desaparecimento da menina inglesa, ocorrido há 16 anos na Praia da Luz e encontra-se detido na Alemanha, acusado por outro crime. Em outubro do ano passado foi também acusado, pelas autoridades alemãs, de três crimes de violação e dois de abusos sexuais de crianças em território português, alegadamente cometidos entre 2000 e 2017.

As buscas devem prosseguir por dois ou três dias.

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2 Comentários

  1. Por favor, chega já de falar de Maddie !
    Se se tratasse de uma criança portuguesa, será que alguém acredita que, passados 16 anos, ainda o seu caso andaria nas notícias dos jornais ?

    O drama do trágico desaparecimento desta pobre criança britânica, da Praia da Luz, em 2007, do apartamento de férias onde a família estava hospedada num “resort”, na Praia da Luz, no Algarve, tem sido instrumentalizado, “ad nauseam”, do modo mais sórdido e transformado numa espécie de “maná”, para rechear a conta bancária dos seus pais, através da comoção, sabiamente explorada, do seu caso, apelando a doações que permitam a continuação das pesquisas para a sua localização.

    Após as aturadas pesquisas levadas a cabo pela nossa Polícia Judiciária (PJ), cujas provas dadas em proficiência e competência falam por si, sem que nada tenha sido descoberto, recordo o modo, displicente e arrogante, como alguns agentes da “Scotland Yard” desembarcaram, no nosso país, fazendo, ostensivamente, “gato-sapato” da sua congénere portuguesa e lembro, também, algum pouco tempo depois, como – seja-me permitida a expressão – de “rabo entre as pernas”, regressaram ao país de Sua Magestade sem nada mais ter para mostrar, a não ser a humilhação de uma frustração mal contida.

    Recordo igualmente o processo que os McCann – pais da criança desaparecida – interpuseram, no Tribunal Europeu de Direitos Humanos, contra o ex-inspector da PJ, Gonçalo Amaral, na sequência da rejeição pelo Supremo Tribunal Português do processo de difamação que moveram contra o nosso ex-inspector, pelo facto de ele, em livro publicado e num documentário, ter dito o que sempre se tem afigurado como aquilo que foi mais do que evidente, ou seja, que os grandes culpados do desaparecimento da pobre pequena foram inteiramente os próprios pais, que, numa zona balnear, em que ninguém conhece ninguém, abandonaram a criança no apartamento e, irresponsavelmente, foram jantar com amigos.

  2. Todos, por vezes, erramos.
    Todos temos momentos menos felizes.
    Deixei ontem, nesta mesma notícia, um comentário, em que, indevidamente, formulei juízos incorrectos sobre assuntos que não me compete comentar e, pior ainda, utilizando termos impróprios, pelos quais me penalizo e venho pedir, publicamente desculpa aos visados.

    Sempre me ensinaram, desde pequeno, a assumir e reparar as faltas cometidas, que é o que devo e estou a fazer.

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