Presidente da Câmara de Silves em visita oficial à Palestina

A Presidente da Câmara Municipal de Silves, Rosa Palma, encontra-se a realizar uma visita oficial à Palestina em representação da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), onde desempenha o cargo de Membro Substituta no Conselho Diretivo.

A visita decorre entre 29 de abril e 6 de maio de 2023, sendo efetuada a convite do Estado da Palestina através da sua missão diplomática em Portugal.

“A viagem tem o objetivo de conhecer as condições de funcionamento do Poder Local, partilhar experiências, bem como promover laços de cooperação mútua intermunicípios. A viagem permitirá, também, tomar contacto com as dramáticas condições de vida da população palestiniana que são impostas pelo Estado de Israel e manifestar a nossa solidariedade”, afirma a autarquia.

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Um Comentário

  1. José Domingos

    Não obstante ser já pretérita a passagem do 25 de Abril e não dizer directamente respeito ao teor da viagem da Presidente da Câmara do nosso Concelho à Palestina, apesar disso, aqui deixo algumas considerações sobre um triste episódio que joga, também ele, com a restrição ao uso da liberdade, limitação de que o pobre povo palestiniano tem sido um sujeito quase permanente, face à política opressiva de Israel.

    Aconteceu nos EUA e, apesar de ter ocorrido no continente norte-americano, poderia, perfeitamente, ter tido lugar no nosso país, embora se diga, a todo o instante, que o 25 de Abril trouxe a liberdade a todos os Portugueses.
    A lamentável história conta-se em meia dúzia de palavras.

    Um estudante é expulso de escola nos “States” por usar uma “t-shirt” com a frase: “Só há dois géneros”.

    A Liberdade de que o 25 de Abril foi o advento parece ser mais da boca para fora e só para alguns – para os que falam a linguagem da hipocrisia do “politicamente correcto” – do que, afinal, para o universo de todos os Portugueses, sendo que para os que teimam em manter uma mente verdadeiramente livre e autónoma, para estes, funciona, de novo, o sinistro e de má memória “lápis azul” da censura.

    O “crime” do jovem em causa resumiu-se a corroborar a lei que a própria Natureza definiu, ao longo de centenas de milhões de anos de evolução e que está na base e sustenta a perpetuação das espécies, através dos milénios, perpetuação apenas possível pela cópula de um macho e de uma fêmea.
    Ponto.

    Lei que determinados “lobbies” minoritários, na sua visão degradada e abastardada, gostariam de reverter, mas que, para seu desgosto, não conseguem.
    Então manobram para que sejam forjadas leis espúrias, que se tornam, elas próprias, outras tantas imposições e limitações à liberdade de opinar, leis que afrontam o verdadeiro espírito da gloriosa data do 25 de Abril, apodando com as piores designações quem ousa pensar diferente, só porque não aceita, caninamente, o que lhe tentam impor.

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