Bea Cabrita, apresentou em Messines o seu mundo das “Princesas Mágicas”

“Era uma vez um reino que se chamava Reino Mágico”. E é nesse reino que se passam as histórias que Bea Cabrita, com 8 anos, natural de São Bartolomeu de Messines, escreveu, ilustrou e apresentou no livro “Princesas Mágicas”.

Um pouco antes da apresentação do seu livro, que decorreu no dia 1 de abril, na Casa Museu João de Deus, em São Bartolomeu de Messines, a pequena Bea (Beatriz Silvestre Cabrita) conversou, com toda a naturalidade e grande à vontade, com o Terra Ruiva.

Bea Cabrita

E foi ela que contou como tudo começou. Na verdade, de uma forma muito simples: “antes, eu brincava, depois fartava-me de brincar e decidi escrever histórias”. Escreve, como conta, “quando estou inspirada”. O que lhe acontecerá muitas vezes, uma vez que revela que já está “a terminar o segundo livro” que, desta vez, tem como protagonistas as “sereias”.

A leitura há muito que faz parte da sua vida, por inspiração do pai, Alexandre Cabrita. Os dois formaram o seu próprio Clube de Leitura e quase todas as noites juntam-se para ler, cada um o seu livro. Para Bea Cabrita, os livros preferidos são os “de aventura e ação”.

Sem surpresas, diz que a sua disciplina preferida é “português” e que, embora tenha pensado em ser cientista, está agora mais inclinada a ser “escritora”.

O certo é que depois da primeira apresentação do seu livro “Princesas Mágicas”, que decorreu na Biblioteca Municipal de Albufeira, irá continuar a divulgação por várias bibliotecas do Algarve e irá estar na Feira do Livro em Lisboa. Um “êxito” que Bea parece aceitar com toda a naturalidade. Até porque, como fica esclarecido durante a conversa com o público presente na Casa Museu, a mãe já lhe explicou que é necessário não se deixar deslumbrar e “manter a humildade”. Conceito que Bea assimila como: “ser boa para as outras pessoas e não ser vaidosa”.

Vanda Prazeres, bibliotecária em Albufeira, que fez a apresentação do livro, contou como, no decorrer de sessões de leitura escolar conheceu a jovem Bea Cabrita, na escola de Vale Pedras, que logo lhe contou que escrevia histórias. A história que mais tarde lhe leu, “O que é o amor”, mostrou a Vanda Prazeres o talento da pequena Bea, complementado pela sua “persistência e perseverança” que lhe permitiu escrever um livro de 103 páginas, revelando um “universo emocional muito rico”. E uma obra, como foi sublinhado, “sem a ajuda dos pais”, até mesmo porque esta era recusada quando proposta…

Após as aventuras da princesa Rosa, incluídas nas Princesas Mágicas, irão seguir-se as aventuras de Marita, a sereia.

O futuro é sempre uma incógnita… mas a pequena Bea tem dois sonhos: ser escritora e ser feliz!

 

 

 

 

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