Teatro para a Infância e Comédia satírica, em Messines

O Alteatro apresenta este sábado, dia 25, pelas 15h, na Sociedade de Instrução e Recreio em Messines, a sua 32.ª produção “Como nasceram as estrelas”, um espetáculo de teatro para a infância.

E também no sábado, pelas 21h45, segue o programa de acolhimentos “noites al teatro” com a apresentação da comédia satírica “Passadeira Vermelha” da companhia BAAL 17 de Serpa, no Anfiteatro da Junta de Freguesia de S. B. Messines.

Como nasceram as estrelas” conta-nos como, num tempo em que não existiam as estrelas, o encontro e o contacto entre várias pessoas que tinham medo umas das outras, fez com que, juntos, resolvessem um grande problema: acabar com a escuridão no céu noturno, criando as estrelas. Com uma linguagem simples, mas poética, falamos de respeito pela diferença, aceitação de outros hábitos e culturas, tolerância e compreensão pelo outro, bem como, de noções de astronomia, biologia, e outras ciências, passando por mitos e lendas e pela superação do medo, proporcionando um espetáculo que estimula ativa e positivamente as crianças, e os adultos, tanto no campo sensorial e emocional, como no campo racional, explorando sentimentos e emoções muito variadas e por vezes antagónicas.

“Como nasceram as estrelas” é um texto de Pedro Ramos, encenado por Sónia Botelho, que também interpreta juntamente com João Schuler, Lorenzo André, Melanie Salomão e Sara Ferrada, tem música original, vídeo e luz de Erol Llordella e figurinos de Lourdes  Verdugo. É para maiores de 3 anos e tem a duração de 45 minutos.

Passadeira Vermelha” Duas jovens “modernas”, criadas por um pai humilde e trabalhador, vêem destruídas as suas ambições de ascensão fácil a uma vida de estrelato quando são obrigadas a casar com dois jovens que não consideram à sua altura. Num mar de acontecimentos insólitos, elas tentam de tudo para convencer o pai das desvantagens do casamento. Eles, de ego ferido pela rejeição, tratam de preparar um embuste, parodiando os maneirismos que elas entendem como exemplo maior da sofisticação. A realidade é posta a nu quando o engano é desfeito e se reconhece a longa distância que separa o que realmente se é e o que se aparenta ser.

Este espetáculo tem encenação de Rui Ramos e interpretação de Carolina Carvalhais, Filipe Seixas, Joana Saraiva, Paulo Roque e Rolando Galhardas.

 

 

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