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Cerca da Feira em Messines- Plano inclui espaços comerciais, habitação e espaços verdes

A perspetiva da autarquia é a de “contribuir para o desenvolvimento económico e social de um território em perda demográfica”, com uma capacidade reduzida de competitividade e atratividade.

A cumprir-se o Plano de Pormenor (PP) da Cerca da Feira em São Bartolomeu de Messines, este prevê, no terreno à entrada da vila, junto ao novo Parque de Feiras e Exposições, a instalação de um conjunto de equipamentos/espaços verdes em articulação com os existentes, a construção de habitação e a instalação de atividades de comércio, serviços e de logística com um alcance territorial para toda a região.
A proposta para concertação do Plano de Pormenor (PP) da Cerca da Feira foi aprovado pela Câmara Municipal de Silves no dia 18 de maio estando agora a aguardar o passo seguinte do processo que é a realização da conferência procedimental com as entidades que acompanham a elaboração do plano.

Segundo os dados que constam dos documentos oficiais sobre este processo e que podem ser consultados no portal da Câmara Municipal de Silves, o processo do PP da Cerca da Feira foi iniciado em fevereiro de 2018, tendo sido prevista a sua conclusão por um prazo de 12 meses, mas tem sofrido algumas prorrogações. A próxima fase será a apresentação do projeto para consulta pública, a que se segue a elaboração da versão final e a sua aprovação.

As estruturas previstas irão ser implementadas numa área de cerca de 12 hectares. Além da área residencial, o plano inclui a instalação de uma loja do Continente e de equipamentos de utilização coletiva. A Junta de Freguesia de São Bartolomeu de Messines, no processo de auscultação anterior, propôs a instalação de um polo de empresas startups, a construção de um polidesportivo e a construção de um skate parque.

Para a Câmara Municipal de Silves, este investimento, de iniciativa privada, irá contribuir para o dinamismo económico da Vila de Messines e do concelho.

Como nota negativa, destaca-se a questão da utilização dos solos. Embora o aproveitamento agrícola deste espaço seja há muito “reduzido ou quase nulo”, o certo é que todos estas estruturas irão ocupar solos “que apresentam uma capacidade de uso muito elevada”.

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