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Por falar em meditar…

Após a passagem desta última época do ano muito intensa, quer emocional quer física e mental, devido ao frenesim inerente à mesma, invoco aqui, para que sob forma de meditação para si, observe nas suas atitudes, os tão aclamados sete pecados capitais. Capitais, por se tratarem de primordiais na observação da própria existência. Pecados, por não serem de todo atitudes tão desejadas em ter. Interiorizar as palavras, no seu sentido amplo, e visualizar uma melhor atitude em si, para si e para o que lhe rodeia.

Comecemos pela Gula, que é o desejo insaciável de querer mais. Está relacionada com o egoísmo humano, querendo adquirir sempre mais e mais, não se contentando com o que já tem, caracteriza-se sob uma forma de cobiça. Sua virtude oposta é a Temperança, ou seja, utilizar a moderação e equilíbrio nas suas atitudes.

A Avareza, que é o apego excessivo e descontrolado aos bens materiais e ao dinheiro. O ser humano avarento prefere os bens materiais ao convívio saudável com os demais. Neste caso, idolatram algo como se de alguma entidade superior se tratasse. A virtude oposta é a Generosidade, ou seja, ser bondoso e mais humano entregando compaixão.

A Luxúria, que trata da busca excessiva pelo prazer sexual e material. Desejo passional e egoísta por todo o prazer sensual e material. Consiste no apego aos prazeres carnais, à corrupção de costumes, com característica de quem tem despudor. A sua virtude é, sem dúvida, a Castidade que se trata da abstinência sexual. A abstenção não define tempo, assim como tudo na vida, define reconhecer-se na abstenção de.

A Ira, conhecida também por cólera, é o sentimento humano de agir sob a raiva e o ódio por alguma coisa ou alguém. É o forte desejo de causar mal ao outro, e um dos grandes responsáveis pela maior parte dos conflitos humanos no decorrer das gerações. A virtude oposta é a Paciência, ou seja, a capacidade do ser humano de suportar situações desagradáveis. A paciência é sobretudo baseada na tolerância.

A Inveja, que é o desejo exagerado por posses, status, habilidades e tudo que outra pessoa é portadora e consegue. Este é considerado pecado porque uma pessoa invejosa ignora suas próprias virtudes e coloca a forma de estar na vida de outra pessoa no lugar do seu próprio crescimento interior. O invejoso ignora tudo o que é bom em si e que possui, para cobiçar o que é do próximo. A virtude oposta é a Caridade, ou seja, amor ao próximo, bondade e generosidade, para o outro e para consigo próprio. Lembrando sempre que ninguém é igual a ninguém, nenhuma situação é igual a alguma e que tudo é como tem de ser, com bondade.

A Preguiça, normalmente é um ser humano caracterizado por falta de empenho, de esmero, de dedicação, ou seja, em estado de desleixo, dormente, lentidão e moleza, pode derivar de perturbação ou problemas psíquicos, que a leva a uma inatividade acentuada. A virtude oposta é a Diligência, ou seja, ter mais cuidado, atenção ou dedicação para realizar uma tarefa.

A Soberba, que está intrinsecamente associada à arrogância e vaidade. Esta consiste em querer ser superior a todos. É uma manifestação de pretensão de superioridade, podendo se manifestar individualmente ou em grupo. Exemplos disso são o racismo, a xenofobia, o elitismo. A sua virtude oposta é a Humildade, que é a virtude que consiste em conhecer as suas próprias limitações e fraquezas e agir de acordo com essa consciência. Trata-se de bom senso ao nos avaliarmos em relação às outras pessoas, com simplicidade e honestidade.

Não deixe para amanhã!

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