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Novembro traz música, exposições, dança e sabores de outono ao Algarve

Música, desporto, dança, exposições e os sabores do outono aquecem o mês de novembro no Algarve. Mesmo com os dias mais frescos, a região não para e tem ao dispor dos turistas e residentes centenas de eventos que podem já ser consultados no «Guia Algarve».

Em destaque está também o Festival de Batata-doce de Aljezur, um dos maiores festivais gastronómicos de outono do sul do país, que arranca a 29 de novembro e se prolonga até ao primeiro dia de dezembro. Mas porque este é o mês da castanha, são diversos os eventos a ela dedicados, como o Mercadito da Castanha (2 de novembro, Altura) e a 357.ª Feira de São Martinho (8 a 17 de novembro, Portimão).

Nas artes, a não perder são a exposição 50 anos em Lagos, Retratos de Amigos e Artistas de Peter Jones, que inaugura no dia 8 e se prolonga até 28 (Centro Cultural de Lagos), e o espetáculo Depois do Medo, de Bruno Nogueira, que acontece no Cineteatro Louletano, dia 14, às 21h30.

Na música, Tiago Bettencourt marca presença no Auditório Municipal de Olhão (16 de novembro, às 21h30) e o Auditório Municipal Carlos do Carmo, em Lagoa, recebe na noite de dia 29, o concerto Aqui Está-se Sossegado, que traz a dupla Camané e Mário Laginha.

A natureza, um dos tesouros do Algarve, é um dos focos na agenda de eventos. Por isso, nos dias 10 e 11 de novembro acontece a Operação Montanha Verde, promovida pelo Zoomarine, que procura o envolvimento de todos na proteção coletiva dos valores naturais da região algarvia.

A dança vai ficar marcada pela presença de David Pérez y Su Cuadro Flamenco, o reconhecido e premiado bailarino sevilhano, que atua no dia 22, às 21h30, no Auditório Municipal de Olhão.

A continuar a mostrar os segredos do Algarve está o 365 Algarve, que regressou para a sua quarta edição em outubro e que em novembro conta com dois grandes momentos: o Luza 2019 – Algarve International Festival of Light (14 a 16 de novembro, em Faro) e as sessões do Festival de Comida Esquecida (a experiência Momentum – da floresta ao prato, uma experiência sensorial, que decorre dia 8, em Lagoa, dia 9 em São Brás de Alportel e dia 10 em Vila do Bispo, e os Percursos para Colher e Cozinhar, com sessão marcada para dia 30, em Alcoutim).

Editado mensalmente pela RTA, o Guia Algarve é uma publicação bilingue (português e inglês), com uma tiragem de 50 mil exemplares em novembro e distribuição gratuita nos hotéis, agências de viagens, postos de turismo, aeroporto de Faro, rent-a-car e campos de golfe da região. Pode ser visto aqui: GUIA DE NOVEMBRO_WEB

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Um Comentário

  1. O dia-a-dia de cada um de nós é feito de pequenas coisas, que confluem naquilo a que chamamos vida, de mesmo modo que os fios de um tecido formam a sua trama.
    As Estações do Ano são caracterizadas pelas várias manifestações da Natureza, consubstanciadas, seja no tempo atmosférico, nas intempéries, nas produções agrícolas e num sem número de outros aspectos.
    Um dos momentos icónicos, que associamos ao Outono e ao frio, é o aparecimento das castanhas.

    Este fruto tem, ligado a si, características muito especiais, tais como o sentimento da confraternização e do aconchego.
    Quem não participou já num magusto ou na alegre liturgia da abertura das pipas e do convívio da prova do vinho novo, pelo São Martinho, a que, por norma, não faltam as castanhas assadas ?

    Quando estava no activo e saia do local de trabalho, no regresso a casa, recordo o ‘homem das castanhas’, nos fins de tarde brumosos e, muitas vezes, gelados, de Outono, em Lisboa, com o fogareiro, o assador e, sobre o carro, cobertas por um tecido de saca, a fim de não arrefecerem, as castanhas que tinha já assadas.

    A sua presença, com o carro fumegante, oferecia-nos um toque de conforto e calor interiores, que nos vendia, sob a forma de um cartucho de papel com uma dúzia de castanhas quentinhas, que trazíamos para os filhos e para a companheira.
    Eu pedia-as sempre bem assadas, ao mesmo tempo que trocava com ele dois dedos de conversa.

    Carlos do Carmo tipifica bem, num dos seus fados, esta figura empática da nossa Lisboa, que nos oferece calor, enquanto para ele pouco mais resta do que uma vida incerta e, quantas vezes, de dificuldades.

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