Home / Desporto / III Troféu de Obediência da Quinta dos Patudos, decorre em Messines

III Troféu de Obediência da Quinta dos Patudos, decorre em Messines

A Associação Quinta dos Patudos vai realizar, no dia 19 de outubro, o III Troféu de Obediência da Quinta dos Patudos.
Esta prova está integrada no Campeonato Nacional de Obediência 2019 organizado pelo Clube Português de Canicultura.

A prova, que se inicia às 14h, nas instalações da Quinta dos Patudos localizada na Estrada Nacional 270 (entre Messines e Paderne, nas imediações do lugar de Monte Branco), tem entrada livre para quem desejar assistir à mesma.“A Obediência é uma atividade desportiva e educacional, dirigida a ensinar os cães a agirem de forma cooperante e controlada. Este desporto canino promove o bom relacionamento entre o cão e o seu condutor, de forma a alcançar um perfeito entendimento entre ambos, conseguindo-se que o cão obedeça demonstrando vontade e interesse, mesmo quando se encontre afastado do condutor. Condutor e cão devem apresentar um bom relacionamento geral.

As provas de Obediência têm como finalidade avaliar as qualidades e caráter dos cães para a sua plena integração na sociedade.
Os binómios participantes no I Troféu de Obediência da Quinta dos Patudos serão avaliados pelos juízes Eduarda de Sousa Pires (Portugal) e Gonzalo Figueroa (Espanha)”, informa a Quinta dos Patudos.

Veja Também

Passeio Pedestre Noturno em Alcantarilha

No dia 9 de novembro realiza-se o 25º Passeio Pedestre Noturno “São Martinho” organizado pelo …

Um Comentário

  1. Costuma dizer-se que o cão é o melhor amigo do homem.
    Não tenho qualquer dúvida em subscrever esta afirmação.
    Quem não teve um cão, na infância, que o tenha marcado para sempre ?
    Quase todos nós.

    Nasci no Largo de São Sebastião, na parte antiga da nossa terra, e, desde que senti consciência de mim, como gente, na mais tenra idade, tive, como companheiro inseparável, o “Pombinho”, um cão de malhas pretas e brancas, rafeiro, de porte médio.
    Suponho que terá nascido, quando eu tinha três anitos, visto que possuo uma foto minha, com essa idade, em que o seguro ao colo, ainda pequenino, como um tesouro.

    O “Pombinho” era de todos, na minha rua, e não era de ninguém.
    Porém, eu tinha-o, como meu.
    Era o meu maior amigo, um amigo que jamais se negou a acompanhar-me nas brincadeiras mais mirabolantes.
    Para onde quer que eu fosse, lá ia o “Pombinho”, atrás de mim, fiel como a minha própria sombra.

    Nas minhas deambulações pelo “povo”, passávamos, por vezes, junto à casa da D. Figueirinhas, a viúva do Dr. Cabrita, território pertencente ao “Leão”, o cão dessa casa senhorial.
    O “Leão” era um animal de porte majestoso, mais parecendo um verdadeiro molosso, cujo ladrar, como que vindo das profundezas, se assemelhava ao ribombar de um trovão.
    Não perdoava que outro qualquer seu semelhante pisasse território que considerava seu.
    A guerra era, pois, inevitável.
    Foram épicas as lutas, a que assisti entre o “Pombinho” e o “Leão”, que terminavam, por norma, em empate, a despeito das acentuadas diferenças de tamanhos.

    Alguns anos mais tarde, pelos catorze anos, devido à morte súbita de meu pai, num acidente, deixei a minha terra, pelo que não soube mais do “Pombinho”, nem de como foi o seu fim.
    O meu pensamento, mesmo longe, voava, muitas vezes, para ele … , porque os verdadeiros amigos jamais se esquecem.
    Ficou a memória indelével de um grande companheiro, que não mais se apagará …

    Por aqui, onde vivo, nas minhas caminhadas, num parque existente perto do local onde resido, encontro, por vezes, uma amiga com o seu ‘border collie’ – semelhante ao que o Terra Ruiva apresenta, numa das fotos da notícia -, com o pêlo preto e branco, que, ao ver-me, corre, a buscar uma pinha, que vem depositar aos meus pés, para que eu a atire.
    A inteligência que irradia do seu olhar vivo é contagiante.

    O ‘border collie’ é um cão especialmente vocacionado para a pastorícia, função que desempenha, nos campos da Grã-Bretanha.

    Que me perdoem os (as) amantes de gatos, porém, terei de defender que um cão é muito diferente de um gato, porque aquele dá-se, sem nada exigir em troca, enquanto, no gato, o egoísmo é a nota dominante e esta qualidade não é, de todo, apreciável, seja em animais ou pessoas.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *