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Silves participa na Semana Global pelo Clima

A cidade de Silves é uma das 25 cidades portuguesas que aderiram à iniciativa internacional “Semana Global pelo Clima/ Global Week for Future” que amanhã, dia 27 de setembro, tem o seu ponto alto com a Greve Climática Global.
As ações desta semana são desenvolvidas pela Câmara Municipal de Silves que, no dia 23 de setembro, hasteou, no edifício dos Paços do Concelho, uma bandeira com o planeta Terra “afirmando a sua preocupação relativamente às questões ligadas às Alterações Climáticas e à Perda da Biodiversidade”.
Também realizará, no dia 27 de setembro, entre as das 11h00 e as 13h00, uma sessão de sensibilização na Escola Secundária de Silves, na qual estarão presentes o engenheiro de Ambiente, Pedro Coelho (Chefe de Divisão de Serviços Urbanos e Ambiente da CMS), docentes e alunos de duas turmas deste estabelecimento de ensino.

Esta “Semana Global pelo Clima/Global Week for Future” associa diversos movimentos e organizações internacionais na procura da sensibilização para a temática das alterações climáticas e para a necessidade de mudança de comportamentos e atitudes que promovam uma maior e melhor proteção do planeta.
No que se refere ao Município de Silves, a autarquia lembra que tem vindo a “implementar diversas medidas no âmbito da diminuição da sua pegada ecológica, nomeadamente dentro da campanha “Ambiente 100 – Lixo 0”, nas quais se inclui a não utilização de garrafas de plástico, a melhoria da eficiência energética dos seus espaços (de que é grande exemplo o Complexo de Piscinas Municipais, que sofre, neste momento, alterações de espaço que permitirão a redução do consumo de água e de eletricidade), a implementação de um plano estratégico de redução de perdas de água do Município de Silves entre outras medidas, como limpeza de espaços, como foi o caso do Rio Arade.

Em todo o país estão anunciadas mais de 70 ações, organizadas por várias associações e entidades. Dezasseis autarquias também se aliaram à iniciativa, entre as quais Silves.
Um conjunto de 34 movimentos — como a Climáximo, a Extinction Rebellion Portugal, o GAIA- Grupo de Acção e Intervenção Ambiental, o GEOTA – Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente, a Greve Climática Estudantil, o SOS Racismo  e outros divulgaram um manifesto em que exigem  que sejam tomadas medidas cruciais e urgentes como o encerramento das centrais a carvão até ao fim da próxima legislatura e das centrais a gás até 2030, o fim dos contratos petrolíferos em vigor, o cancelamento de grandes projetos que acarretem aumento de emissões, como expansões portuárias e aeroportuárias, a criação de uma indústria pública que lidere o processo de produção de energia renovável, a expansão dos transportes públicos e a sua gratuitidade.

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