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Jovens portugueses podem salvar o camaleão do Algarve

Os jovens portugueses, e estrangeiros a residir em Portugal, com idades entre os 14 e os 30 anos, são convidados a votar num projeto para salvar o camaleão do Algarve.
O camaleão-comum, em Portugal, só existe no litoral algarvio e a sobrevivência desta espécie encontra-se ameaçada pela fragmentação do território, bem como pelos constantes atropelamentos e capturas ilegais.
Para reverter esta situação, um grupo de jovens sugere a construção do “CRICA – Centro de Recuperação e Investigação do Camaleão do Algarve” num projeto que é já finalista do Orçamento Participativo Jovem Portugal 2019 e que se encontra em votação pública nacional até 4 de Agosto.
Os jovens cidadãos portugueses e jovens estrangeiros a residir em Portugal, entre os 14 e os 30 anos, devem, assim, enviar uma SMS (gratuita) para o 4310 com o seguinte texto: 50 nº CC completo autorizo.

(Exemplo: 50 123456781ZY6 autorizo)

A sobrevivência desta espécie encontra-se ameaçada pela fragmentação do território, bem como pelos constantes atropelamentos e capturas ilegais. A zona costeira que vai da mata de Monte Gordo (Vila Real de Santo António) a Lagos é, por excelência, o seu habitat, podendo ser encontrado ainda nos pomares tradicionais. Distingue-se dos outros répteis pela capacidade de mudar de cor, pela sua língua rápida e comprida e os olhos que se movem independentemente um do outro.
O camaleão-comum na Europa tem estatuto de proteção estando catalogado como uma espécie de interesse na Diretiva Habitats, como estritamente protegido na Convenção de Berna e no nível C1, o nível mais elevado da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e da Flora Selvagem Ameaçadas de Extinção.

Em Portugal, a situação é diferente. Apresenta atualmente o estatuto de “pouco preocupante” no livro vermelho dos vertebrados (2006). Porém, refere o ICNF, “os estudos demonstram que a espécie se encontra numa situação que justifica a sua futura inclusão numa categoria de ameaça”.

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