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Avança projeto de campo de golfe e hotel de 5 estrelas – 50 milhões de investimento às portas de Silves

Um campo de golfe de 18 buracos e uma unidade hoteleira de 5 estrelas, com 700 camas, são as estruturas de suporte do empreendimento previsto no Plano de Pormenor da Feitoria Fenícia que no dia 27 de maio foi assinado pela presidente da Câmara Municipal de Silves e pelo representante do promotor, a empresa Feitoria Fenícia, Investimentos Agropecuários e Turísticos, Lda.

Na cerimónia de assinatura do contrato

Mas o projeto turístico que se desenha para este espaço, um terreno de 61,90 hectares, junto à entrada da cidade de Silves, conhecido como a Tapada do Almarjão, uma antiga propriedade de produção de fruta que se encontrava há vários anos totalmente abandonada, não se esgota nestes dois elementos.

Segundo informa a Câmara Municipal de Silves, está também prevista a instalação de “espaço relvado para a prática desportiva (apoiado por infraestruturas de apoio a estágios desportivos instalados no próprio hotel e em construções existentes que serão recuperadas e adaptadas ao novo uso), um percurso pedonal ao longo do Rio Arade e um espaço natural para observação de aves e educação ambiental, que integrará um conjunto de tanques que correspondem à “Tapada do Moinho do Valentim” e o próprio Moinho do Valentim que será objeto de intervenção de reabilitação e adaptação a centro de educação ambiental.”

A concretização deste projeto “representa um investimento global de 50 milhões de euros, com a criação de mais de uma centena de postos de trabalho diretos”, acrescenta a autarquia.

Futuro campo de golfe

Recorde-se que em abril deste ano esteve a decorrer o período de discussão pública prévia à elaboração deste Plano de Pormenor, e que o Terra Ruiva publicou excertos do Estudo de Impacte Ambiental referente a este projeto. Nesse documento, disponível online no site da CCDR Algarve, verifica-se que a questão ambiental mais delicada (e polémica) tem a ver com o facto de que este projeto irá ser implantado, na sua maioria, em áreas classificadas como RAN e REN e na Rede Natura 2000.

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