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BE requer audição urgente ao BIC e Banco de Portugal, sobre o caso Alicoop

O Bloco de Esquerda, através dos deputados Mariana Mortágua e João Vasconcelos, “requereu uma audição, com carácter de urgência, dos representantes do Conselho de Administração do Banco BIC e do Banco de Portugal, no âmbito da interpelação que está a ser feita, por parte do Banco BIC, a trabalhadores do extinto Grupo Alicoop que contraíram os empréstimos, exigindo-lhes novamente responsabilidades na sua regularização, existindo já pessoas com processos de penhoras de casas, carros, ordenados e de mobiliário. Processos estes que estão a ser contestados.”

No seu documento, os deputados afirmam que “foi do conhecimento público a existência de irregularidades em todo este processo, nomeadamente, pressões sobre os trabalhadores para que assumissem o empréstimo em seu nome e inexistência de apreciação por parte do banco da capacidade individual de endividamento da cada um dos proponentes ou qualquer consideração sobre o pagamento em caso de encerramento da empresa e desemprego dos trabalhadores, mesmo estando plenamente consciente das dificuldades que a empresa atravessava.”

Analisando o historial do processo, o BE “não pode deixar de condenar a atuação do BPN em todo este processo, bem como já enquanto Banco BIC e da sua incessante perseguição a estes trabalhadores, mesmo depois da sentença judicial do Tribunal de Silves.”

Desta forma, o Bloco de Esquerda “acha indispensável convidar tanto os representantes do Conselho de Administração do Banco BIC a prestar a este Parlamento todos os esclarecimentos necessários sobre a sua atuação nesta matéria, como o Banco de Portugal no sentido de esclarecer, enquanto supervisor, que análise tem sido feita desta atuação abusiva e que medidas estão a ser tomadas.”

 

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