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Projeto de construção de central fotovoltaica no Algoz está em Consulta Pública

O projeto de construção e exploração de uma central fotovoltaica a instalar perto do sítio das Taipas, no Algoz, encontra-se em processo de Consulta Pública até ao dia 21 de fevereiro.

O objetivo do projeto da Central Fotovoltaica de Algoz, que envolve um investimento de cerca de 14 milhões, é a produção de energia elétrica, para injetar na rede pública de transporte de energia.

Segundo os documentos, que se encontram para Consulta Pública, o proponente do projeto é a empresa Frequent Summer, Lda, que será também responsável pela construção e exploração desta central, localizada a sul da zona industrial de Taipas, na freguesia de Algoz.

O projeto da Central Fotovoltaica de Algoz “envolve a instalação de 61.600 painéis solares fotovoltaicos constituídos por módulos fotovoltaicos de elevada tecnologia”, com uma potência de ligação à rede de 14,0 MW”. Estes irão ocupar uma área de 30 hectares, em “terrenos que atualmente não estão a ser utilizados para outra atividade económica, agrícola ou florestal, dado consistirem em áreas agrícolas abandonadas de matos e ervados, com arvoredo disperso em geral degradado”.

Os módulos fotovoltaicos ficarão instalados sobre estruturas fixas metálicas, cravadas diretamente no solo e “todos os equipamentos e infraestruturas da Central Fotovoltaica de Algoz são amovíveis pelo que poderão ser removidos, no final do seu período de vida útil” que se prevê ser “cerca de 25 anos”.

Relativamente às questões de ocupação do solo e impacte ambiental, do estudo não consta nenhum aspeto significativo uma vez que a central não ocupa terrenos localizados em áreas sensíveis nem classificados como Reserva Agrícola Nacional. Refere-se apenas a existência de “cabeceira de linhas de água secundárias, não permanentes” cuja “ocupação será limitada a atravessamentos pontuais, quer por caminhos interiores, quer pela rede de cabos da central”, pelo que o promotor do projeto “encontra-se a realizar o respetivo pedido do Título de Utilização de Recursos Hídricos (TURH).”

Está previsto que a central tenha um prazo de construção de seis meses. Após a conclusão, o seu funcionamento será “totalmente automatizado e telecomandado”. “Apesar disso, a sua exploração pressupõe a existência de diversas equipas de gestão, operação e manutenção”, podendo ficar “afetas à exploração deste Projeto, entre uma a três pessoas.”

No final do período de vida útil, a Central Fotovoltaica “poderá ser objeto de intervenção de atualização tecnológica e/ou de sobreequipamento ou poderá vir a ser desativada.”

A documentação completa pode ser consultada através do site da CCDR Algarve ou no endereço: http://participa.pt/consulta.jsp?loadP=2498 .

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