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Algarve recebe menos dinheiro para o património

O Orçamento de Estado para 2019 remete a região do Algarve para uma posição “subalterna”, sendo a única região do país a ter uma redução nas verbas atribuídas à Direção Regional da Cultura.
A denúncia foi feita pelo deputado algarvio José Carlos Barros, do PSD, que questionou a ministra da Cultura no debate na especialidade do Orçamento de Estado para 2019, sobre este assunto.

Segundo o deputado, no próximo ano, está previsto que a Direção Regional de Cultura do Algarve receba uma verba de 370 mil euros para a salvaguarda do património, o que significa uma redução de 5 por cento em relação a este ano. Assim, o montante no Orçamento de Estado para o Algarve, na área do Património, representa apenas “1,7 por cento do total das verbas afetas aos projetos de investimento”.
Esta redução é tanto mais incompreensível quando o orçamento global tem um crescimento de 86,9 por cento.

“As verbas para o Algarve, aliás, são as únicas a descer, contrastando, por exemplo, com os aumentos de 41% e 51%, nomeadamente, para as Direções Regionais do Norte e do Centro”, afirma o deputado José Carlos Barros.
Para o Algarve está então prevista uma verba de 370 mil, um valor bastante inferior ao das outras regiões: 1,86 milhões de euros para o Alentejo, 2,18 milhões de euros para o Centro e mais de 7 milhões de euros para a Direção Regional da Cultura do Norte.

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