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Festa das Tradições de novo em Messines

A 9ª Festa das Tradições decorre no Jardim Municipal de São Bartolomeu de Messines nos dias 24, 25 e 26 de agosto.

Como de costume, a Festa reúne no seu espaço um vasto conjunto de artesãos e produtores locais e oferece diferentes petiscos e refeições, nas barracas de comes e bebes.  Faz parte da Festa também um programa de animação que vai desde a música aos jogos tradicionais.

De realçar que, este ano, a Festa das Tradições arranca com a inauguração do percurso “A Arte do Latoeiro” (ver notícia a propósito no nosso site http://www.terraruiva.pt/2018/08/21/inauguracao-do-percurso-a-arte-do-latoeiro-em-messines/ )

Destaque também para o espetáculo no sábado à noite, com os OMIRI.

A Festa das Tradições é organizada pela Junta de Freguesia de São Bartolomeu de Messines e Câmara Municipal de Silves, com o apoio de diversas entidades.

 

PROGRAMA DA FESTA

Sexta-feira, dia 24

18h30- Inauguração do percurso A Arte do Latoeiro – Arruada Mata Bicho ( concentração junto ao Museu do Traje)

20h – Rancho Folclórico de Messines / Grupo Coral Alentejano ( Largo João de Deus)

21h – Rancho Folclórico de Messines / Grupo Coral Alentejano ( Jardim Municipal)

22h- Workshop de Latoaria

22h30- Baile com Marco António

 

Sábado, dia 25

19h30 – Animação de rua: Banda Mata Bicho; Humor com Os Serrenhos

21h- Espetáculo musical OMIRI

22h30- Baile com Marco António

 

Domingo, dia 26

19h30 – Animação de rua:  Humor com Os Serrenhos

20h- Talentos da Nossa Terra

21h- Fado com Luís Manhita

22h- Baile com Marco António

 

Sobre a banda OMIRI: 

“Género : Electrónica/ World
Membros da banda
Vasco Ribeiro Casais – Gaitas de Foles, Bouzouki Português, Cavaquinho, Nyckelharpa, Electrónica e Video em tempo real.
Biografia
Para reinventar a tradição, nada melhor que trazer para o próprio espectáculo os verdadeiros intervenientes da nossa cultura; músicos e sons de todo o país a tocar e a cantar como se fizessem parte de um mesmo universo. Não em carne e osso mas em som e imagem, com recolhas transformadas e manipuladas em tempo real, servindo de base para a composição e improvisação musical de Vasco Ribeiro Casais.

Também se propõe um baile onde todos os temas tocados são dançáveis, segundo o ritmo e o balanço das danças tradicionais e não só (Repasseados, Drum’n’bass, Malhões, Viras, Break Beat, Corridinhos…).

Omiri é, acima de tudo, remix, a cultura do século XXI, ao misturar num só espectáculo práticas musicais já esquecidas, tornando-as permeáveis e acessíveis à cultura dos nossos dias, isto é, sincronizando formas e músicas da nossa tradição rural com a linguagem da cultura urbana.

Em Omiri a música e cultura portuguesa é rica e gosta de si própria.”

 

 

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