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Estrada do Furadouro sem segurança – BE questiona Governo

O Bloco de Esquerda, representado pelos deputados João Vasconcelos e Heitor Sousa, questionou o Ministério do Planeamento e Infraestruturas, sobre a perigosidade da estrada do Furadouro, na freguesia de São Bartolomeu de Messines.
A referida estrada municipal tem uma passagem muito estreita, que não permite o cruzamento de viaturas, junto à capela de S. Pedro, num percurso de cerca de 100 metros, caracterizado por uma lomba muito acentuada (subida e descida muito inclinadas) que retira a “completa visibilidade aos condutores”.
“Trata-se de um percurso bastante perigoso e onde já ocorreram diversos acidentes. Por outro lado, quando as viaturas se encontram no cimo da lomba, os condutores têm de recorrer a manobras difíceis e perigosas, fazendo marcha atrás durante trajetos extensos”, acrescenta o BE.
Nesta estrada circula “trânsito com uma certa frequência, pois além de servir os residentes da área e zonas limítrofes, é a via que dá acesso à Barragem do Funcho”.
Para o BE, “a situação da via estreita pode ser resolvida com o recurso a sinais luminosos (semáforos), ou então procedendo ao seu alargamento ao longo da linha férrea, como estava previsto em 2004, mas nunca concretizado pelas entidades competentes”.
Segundo os deputados bloquistas, está em curso um abaixo-assinado, entre os residentes da zona do Furadouro, que será enviado à Câmara Municipal de Silves e demais entidades.
Ao Ministério do Planeamento e Infraestruturas, o BE pergunta se tem conhecimento desta situação e ser irá atuar, para que o problema seja solucionado.

Junta defende colocação de semáforos

A colocação de semáforos neste troço da estrada tem sido também a solução defendida pela Junta de Freguesia de S. Bartolomeu de Messines, cujo presidente já colocou a questão em Assembleia Municipal.
João Carlos Correia disse ao Terra Ruiva que considera a colocação de semáforos a solução mais viável e económica para resolver a situação de perigo que existe no Furadouro e que já resultou em vários acidentes, alguns dos quais com gravidade.

Recorde-se que esta situação foi criada com a supressão da passagem de nível do Furadouro e que, logo na altura, em 2003, os moradores levantaram esse problema dizendo que as obras da REFER, iriam criar “mais um troço de alto risco e sem margem de alargamento, dada a sua apertadíssima localização ainda mais rente à linha e ladeado por uma incrível e perigosa escarpa, mesmo a pique, onde se encontra a capela”.
Mais tarde, a REFER veio falar no alargamento da via, (para o lado da linha férrea) e na construção de uma passagem superior para peões, mas nem uma obra nem outra foram executadas.

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