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Clube de Leitura discute obra de Rui Cardoso Martins, na Biblioteca de Silves

O Clube de Leitura da Biblioteca Municipal de Silves volta a reunir-se no próximo dia 26 de fevereiro, pelas 18h30, desta vez à volta do livro “Deixem passar o homem invisível”, de Rui Cardoso Martins.

As sessões do Clube de Leitura têm uma duração aproximada de 1h30m e consiste num debate informal e descontraído em torno dos títulos sugeridos.

A única condição para participar no “Clube de Leitura” é ser leitor inscrito na Biblioteca Municipal e entregar uma ficha de inscrição própria.

O autor:

Rui Cardoso Martins nasceu em 1967, em Portalegre, e tirou o Curso Superior de Comunicação Social da Universidade Nova de Lisboa.

É jornalista fundador do Público, onde mantém a crónica “Levante-se o Réu” (Pública), das mais antigas da imprensa portuguesa, com dois prémios Gazeta de Jornalismo. Como repórter cobriu, entre outros acontecimentos, o cerco de Sarajevo e Mostar, na Guerra da Bósnia, e as primeiras eleições livres na África do Sul.

Argumentista fundador e sócio das Produções Fictícias, é cocriador do programa satírico Contra-Informação, que escreve desde o primeiro episódio.

Foi coautor de Herman Enciclopédia, escreveu para Conversa da Treta (rádio, televisão e teatro) e para o jornal Inimigo Público.

Coautor da série dramática Sociedade Anónima, da RTP.

No cinema, é autor do argumento e guião originais da longa-metragem Zona J.

SINOPSE

Durante uma grande enxurrada em Lisboa, um homem – cego desde os 8 anos, advogado – cai numa caixa de esgoto aberta, situada junto da igreja de S. Sebastião da Pedreira. Na mesma altura, um escuteiro que regressava de uma atividade na mesma igreja é também arrastado para o mesmo esgoto.

É a viagem de ambos, através de uma Lisboa subterrânea, enquanto cá fora são tomadas todas as medidas para os salvarem, que o autor nos conta neste segundo livro. Mas é também a entreajuda, a cumplicidade entre o cego e a criança, naquela terrível aventura.

Pelo meio, as histórias de um ilusionista – Seripe de nome artístico, na realidade Pires ao contrário -, as recordações do homem cego do tempo antes de aquilo acontecer, a história de um camaleão que não acertava com a cor, e tantas outras tornam a leitura deste livro extremamente aliciante.

 

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